BLOG DEDICADO À PROVINCIA DE NAMPULA- CONTRIBUINDO PARA UMA DEMOCRACIA VERDADEIRA EM MOCAMBIQUE

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Thursday, October 27, 2011

Official: Al-Shabaab leaders contact Kenyan government to negotiate



Kenyan soldiers prepare to advance near Liboi in Somalia on October 2011, near Kenya's border town with Somalia


Nairobi, Kenya (CNN) -- Conflicting accounts emerged Thursday over whether the extremist group Al-Shabaab has signaled a desire to negotiate with Kenya amid a Kenyan military offensive targeting the group.

"They want to talk," said a Kenyan official who did not want to be named because he is not authorized to talk to the media.

A spokesman for the Kenyan government, however, disputed that account and said Kenya wouldn't talk with Al-Shabaab even if the group did want to negotiate.

"Al-Shabaab has not contacted Kenya in any way," said the spokesman, Alfred Mutua. "There are no plans whatsoever for Kenya to negotiate with Al-Shabaab. Kenya does not negotiate with outlawed groups."

He said Kenyan troops have enjoyed success since crossing the border into Somalia to pursue Al-Shabaab, which the United States and several Western nations view as a terrorist organization.

"They are running scared. I think they are busy running for their lives," Mutua said. "They don't have time to talk.'

Kenyan troops struck several Al-Shabaab training sites in Somalia early Thursday, a military spokesman said. The militant group, which includes many rival factions with different leaders, operates from Somalia.

The group's leaders were said to be reaching out for possible negotiations two weeks after Kenyan troops stormed into Somalia to hunt for Al-Shabaab, which Kenya blames for recent kidnappings of foreigners in the nation. Kidnappers have seized two aid workers and two European tourists in the past month.



Tension between Somalia, Kenya

Fierce battle for Mogadishu "We have looked at what is going on ... and decided that unless we move in now, Al-Shabaab is not diminishing, it is becoming bigger and bigger," Mutua said.

The war on terror cannot be won without dismantling the group's power, he said.

Efforts to flush out the terror group will take a "couple of months, if that," Mutua said, adding that "weeks" would be a more ideal time frame.

Analysts and diplomats have raised concerns over the incursion, saying it gives the terror group a reason to strike Kenya.

"If there is anything we have learned in the last couple of decades is that foreign intervention, especially military intervention, doesn't work in Somalia," said Rashid Abdi, an analyst for International Crisis Group. "I definitely understand Kenya's anxiety about the terror threat emanating from Somalia ... but I think there is more that Kenya could have done inside the country."

While noting Kenya's "right to defend itself," the U.S. Embassy in Nairobi said it was not part of the decision to send troops to Somalia.

"The United States did not encourage the Kenyan government to act nor did Kenya seek our views," said Katya Thomas, the embassy's press officer. "We note that Kenya has a right to defend itself against threats to its security and its citizens."

Kenya has said its forces aim to take the Somali port city of Kismayo, described by the United Nations as a key stronghold and source of cash for Al-Shabaab. The United Nations estimates the group collects up to $50 million a year from businesses in Kismayo, about half of its annual income.

Kenyan officials declared self-defense justifies crossing the border with Somalia, saying a recent spate of kidnappings threatened its security and constituted an attack.

Somali President Sharif Ahmed thanked Kenya on Wednesday for helping battle the extremist group two days after he accused the nation of overstepping its boundaries.

Source: CNN

Tuesday, October 25, 2011

Chefe da bancada da Frelimo critica ausência da Renamo na revisão da Constituição

Maputo (Canalmoz) – A bancada da Renamo ontem na Assembleia da República ridicularizou a proposta de revisão da Constituição da República apresentada pela Frelimo e o processo em si. Entretanto, a chefe da bancada do partido Frelimo, Margarida Talapa, foi ao pódio do Parlamento reafirmar que a revisão constitucional é oportuna ao mesmo tempo que criticou o facto da Renamo se ter recusado a integrar-se na “Comissão ad-hoc” criada especificamente para rever o actual texto constitucional.

A Renamo diz que os moçambicanos não precisam de uma nova Constituição, mas, sim, de um Governo com ideias para resolver os seus problemas. Mas a chefe da bancada da Frelimo, no seu discurso de abertura da quarta sessão da AR, que ontem se iniciou, disse que a proposta da Frelimo “está orientada para a adequação do texto constitucional às transformações operadas no País e os imperativos de aprofundamento da democracia e do aprimoramento e consolidação do tecido constitucional”.

A líder parlamentar da Frelimo, Margarida Talapa, voltou a frisar que, entre outras, as preocupações centrais da iniciativa de revisão prendem-se com a necessidade de uma justiça célere, com profissionalismo, efectividade, responsabilidade, integridade e isenção e aperfeiçoamento dos órgãos locais do Estado e do poder local.

Sobre a ausência da Renamo na Comissão Ad-Hoc, Talapa mandou recados ao partido de Afonso Dhlakama, tendo dito que “Moçambique não é digno dos ausentes deste processo”. Assim, segundo a líder parlamentar da Frelimo, “os ausentes deste processo perdem uma oportunidade ímpar para se inscreverem nas páginas de Moçambique contemporâneo”.

Depois de meses a criar expectativas mantendo um segredo sepulcral sobre a mesma, a proposta de revisão da Constituição apresentada pela Frelimo acabou por surgir e é agora considerada praticamente inócua ao ponto de na opinião pública circular a opinião de que “a montanha pariu um rato”.

Várias correntes alegam agora que a Frelimo “teve medo” de avançar com a revisão do sistema de separação de poderes e redução dos poderes do presidente da República e estará agora à espera que isso seja proposto por alguma organização da sociedade civil para a Frelimo apenas lhe pôr a chancela parlamentar pelo facto de dispor de número suficiente de deputados sem necessitar de ouvir a oposição sufragada e eleita para integrar a Assembleia da República.

A Renamo já veio a público, entretanto, dizer que as propostas que não venham da esfera parlamentar são “ilegais”.

Fonte: Canal de Moçambique

Monday, October 24, 2011

OS ENTRAVES E INJUSTIÇAS DA FRELIMO EM MOÇAMBIQUE

Em Moçambique, que você seja empregado ou possua o seu próprio negocio, se não apoia a Frelimo, você nunca poderá avançar na vida. A Frelimo fará tudo por tudo para lhe criar dificuldades.

Se você vive na diáspora, pode ir visitar Moçambique e deslocar-se a qualquer ponto do pais contacto que não fale muito. O governo da Frelimo teme muito os diasporanos que são cidadãos dos Estados Unidos, do Canada, e dos países da União Europeia.

De facto encontrei-me com alguns membros da Frelimo oriundos de Caia, Mutarara, Magagade, Marromeu, Chinde, Chemba, Sena, Nhamapaza, Inhaminga, Tambara e o régulo Katumbe (nome alterado) – todos eles rogaram-me que fizéssemos alguma coisa para que as nossas regiões obtenham alguma ajuda de fora.

Eles gostariam que os diasporanos escrevessem nos jornais americanos, canadianos e europeus para se lamentarem que a ajuda que se concede a Frelimo é utilizada somente nas províncias do Sul em vez de ser utilizada em todo o pais. E é porque muitas indústrias de destaque que existiam nas nossas regiões deixadas pelos portugueses foram transferidas para as províncias do Sul para se criar empregos para as pessoas daquela região dos país.

A Agencia para o Desenvolvimento Internacional esta sendo pressionada para dar mais fundos ao Sul do pais. Escrevei uma carta ao director regional daquela organização para lhe dizer que ele deve cobrir todo o pais quando concede ajuda a Moçambique e para não se concentrar somente na região do Sul.

Muitas estradas de Maputo estão a receber novos nomes. Uma delas recebeu o nome de Martin Luther King quando estive lá. Todavia, o cobarde Daviz Simango, edil da Beira, é incapaz de chamar qualquer estrada como Rua Uria Simango, Rua Adelino Gwambe, e Rua Joana Simão.

A Graça Machel tem uma organização chamada KUBATANA e TABATANa, que ela alega ser humanitária, mas os fundos que ela consegue do estrangeiro em nome da tal organização vão para os seus bolsos. Pringo (nome alterado) mostrou-me casas que lhe pertencem entre Caia e Sena para as quais angaria fundos do estrangeiro enquanto ninguém vive nelas. E todos os fundos que ela consegue do estrangeiro vão para o seu bolso.

Concluirei a reportagem da minha viagem a Moçambique com um capítulo sobre Chissano.

Carta do Dr. Jaime Maurício Khamba a Francisco Nota Moisés

15 de Outubro de 2011

Fonte: Moçambique para Todos

Friday, October 21, 2011

AFONSO DHLAKAMA DEFENDE DIFUSÃO DA HISTÓRIA DA RENAMO

À Juventude moçambicana

O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, defende um maior envolvimento dos jovens no processo de investigação e estudo da história daquela formação politica, bem como no esclarecimento das causas que conduziram à guerra civil em Moçambique.

O pronunciamento foi feito em Nacala-Porto por ocasião das celebrações do 32° aniversário da morte de André Matsangaíssa, primeiro presidente da RENAMO (Resistência Nacional de Moçambique). Cuja morte ocorreu a 17 de Outubro de 1979, na então Vila Paiva de Andrade, distrito de Gorongoza, provincia central de Sofala, durante um confronto armado entre as tropas governamentais e aquele ex-movimento armado.

De acordo com Dhlakama, os mais velhos devem explicar aos jovens as práticas erradas cometidas pelo governo da Frelimo e que levaram à então Resistência Nacional de Moçambique a pegar em armas em 1977, dois anos depois da proclamação da Independência Nacional. Algumas dessas atrocidades perpetradas pelos ditos comunistas, segundo Afonso Dhlakama, estiveram relacionados com a chamada “lei de fuzilamento”, dos chambocos, das guias de marcha, das aldeias comunais e dos campos de reeducação. Até as mesquitas e as igrejas foram obrigadas a fecharem compulsivamente as suas portas ao cultos, recordou o político, na última segunda-feira, perante uma enorme audiência, constituída por pessoas de diversas idades.

Para aquele dirigente político, o povo moçambicano deve prestar tributo a André Mantsagaíssa, que desencadeou a guerra da Renamo durante cerca de dois anos para a implantação da democracia e justiça social no país, derrubando, consequentemente, o monopartidarismo, a prepotência, a corrupção, as arbitrariedades, o divisionismo, que causticavam a população moçambicana.

O líder do maior partido da oposição em Moçambique disse ter-se deslocado à cidade de Nacala para, entre outros objectivos, evocar a importante figura de André Matsangaíssa e transmitir à população trechos relevantes da história da RENAMO.

Por entender que as novas gerações não conhecem as causas reais que nos levaram a pegar em armas, tenho a obrigação política e moral de lhes transmitir essa explicação. Disse.
Dhlakama falou reiteradamente da revolta nacional a ser realizada pela Renamo na véspera de 25 de Dezembro, supostamente para afastar o governo de Armando Guebuza, tendo, entretanto, advertido à polícia e as forças armadas para não intervirem de forma violenta, para evitar derrame de sangue.

No comício popular, que teve lugar num dos bairros mais populosos daquela cidade, muitos cidadãos presentes, embora repudiem o retorno à guerra fratricida, manifestaram-se disponíveis em participar desta “revolução”, como forma de apoiar Dhlakama que declarou publicamente que prefere perder a vida pela causa do povo e que o seu principal objectivo consiste na consolidação de um Estado de Direito em que haja eleições livres e transparentes.

Fonte: WAMPHULAFAX – 21.10.2011

Alunos do Instituto Industrial e Comercial de Nampula espancam agente da polícia até perder sentidos

"O polícia terá surpreendido, por volta das 21h00, um aluno daquele internato com uma miúda, supostamente, a namorarem no campo de futebol do recinto daquele centro internato."

Um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM), afecto à 2a esquadra na cidade de Nampula, foi brutalmente espancado até perder sentidos na noite desta terça-feira, por estudantes do Instituto Industrial e Comercial de Nampula, que se encontram em regime de internamento no bairro Muahivire Expansão, na cidade de Nampula, local onde ocorreu a agressão. Segundo informações colhidas pela nossa reportagem, minutos antes do sucedido, o polícia que estava à paisana no momento da agressão terá surpreendido, por volta das 21h00, um aluno daquele internato com uma miúda, supostamente, a namorarem no campo de futebol do recinto daquele centro internato. o polícia, cujo nome não pudemos apurar, terá espancado e algemado o aluno, apenas identificado por Akson. Por sua vez, o aluno terá gritado, em pedido de socorro dos seus colegas que, na altura, se encontravam na sala de televisão. Chegados ao local, os colegas recolheram o polícia do campo até ao refeitório daquele internato, onde brutalmente espancaram-no com recurso a ferros, paus entre outros instrumentos, que causaram séria lesões ao polícia até perder sentidos.

Fonte: «Jornal O País»