BLOG DEDICADO À PROVINCIA DE NAMPULA- CONTRIBUINDO PARA UMA DEMOCRACIA VERDADEIRA EM MOCAMBIQUE

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ALL MENKIND WERE CREATED BY GOD AND ARE IQUAL BEFORE GOD, AND THERE IS WISDOM FROM GOD FOR ALL

Tuesday, June 21, 2011

Inhassunge: Itae Meque “chumba” relatório dos 7 milhões




O GOVERNADOR da Zambézia, Itae Meque, reprovou o relatório sobre a execução do Fundo de Investimento em Iniciativas Locais (FIIL) no distrito de Inhassunge, por considerar que ele não apresenta elementos que ajudem a explicar alegados desmandos cometidos na gestão dos chamados “sete milhões”.Maputo, Terça-Feira, 21 de Junho de 2011:: Notícias

Itae Meque, que escalou Inhassunge na semana passada para fiscalizar o cumprimento do programa do Governo, devolveu o relatório aos proponentes, no caso as autoridades administrativas do posto administrativo de Gonhane, onde a população se queixou da falta de transparência e nepotismo na concessão de créditos no âmbito do FIIL.

Depois de apreciar o relatório, o Governador disse que tinha lacunas e era omisso relativamente a aspectos que, na sua óptica, ajudariam a aferir se as queixas levantadas pela população têm ou não fundamento que procede.

“O modelo e a estrutura que este relatório apresenta não tem fundamentos que satisfaçam. Assim, torna-se difícil avaliar a maneira como o posto administrativo está organizado, o seu nível de relacionamento com os cidadãos, ou até ajudar a aferir questões de planificação”, escreve a AIM.

No encontro mantido com Itae Meque, a população de Gonhane disse que apenas os directores de escolas e professores é que têm tido acesso aos créditos disponibilizados no âmbito do FIIL, e que o grosso dos proponentes vê os seus projectos “chumbados” sem motivo aparente.

Populares que usaram da palavra no comício disseram que os habitantes que não têm qualquer afinidade com os dirigentes locais apenas ouvem falar dos “sete milhões” como um fundo destinado ao desenvolvimento de iniciativas locais, mas o dinheiro nunca lhes chega às mãos.

Victor Eduardo, um dos residentes que usou da palavra, questionou os critérios de aplicação do fundo e queixou-se do facto de quase todas as propostas apresentadas pela maioria da população não merecerem aprovação por razões que, segundo ele, nunca são apresentadas com clareza aos proponentes.

O orador acrescentou que, para sua surpresa, tem visto professores e dirigentes de escolas a receber várias vezes o dinheiro que aplicam-no na aquisição de motorizadas e outras utilidades domésticas e particulares, que não têm enquadramento na filosofia do FIIL, que é desenvolver projectos de geração de emprego e de produção de comida para as comunidades.

Já na reunião com o Governo local, Itai Meque quis ouvir a versão do Conselho Consultivo local, ao que ficou a saber que tanto o primeiro como o segundo vogal do órgão tinham sido destituídos, facto que agravou as suspeitas de anarquia nos procedimentos de concessão do crédito.

Com um total de 23.702 habitantes, o posto administrativo de Gonhane, dista dez quilómetros da vila-sede do distrito de Inhassunge, sendo um dos beneficiários do orçamento de investimento em iniciativas locais para assegurar apoio aos projectos de desenvolvimento local no período entre 2006 e 2010.


Fonte notícias

Friday, June 17, 2011

Lusalite produzida em Nampula

PRIMEIRA CHAPA JÁ EM AGOSTO

Está previsto para o próximo mês de Agosto o início, no distrito de Nampula - Rapale, das actividades laborais da fábrica de produção de chapas de fibrocimento, vulgo Lusalíte, um investimento de empresários chineses, avaliado em 370 mil dólares americanos.

Com a capacidade instalada de 375 mil chapas de lusalite por ano, a referida unidade fabril deveria ter iniciado as suas actividades laborais em Junho corrente. Mas devido a alguns problemas técnicos na linha de produção, o processo só arrancará dentro dos próximos dois meses.

Tivemos um problema na principal linha de produção, que é o moinho, mas a peça em causa, importada da China, já está a caminho e esperamos que até Agosto, o mais tardar, a fábrica esteja a laborar em pleno - explicou-nos Romão Simão, gerente da fábrica, num contacto mantido com o nosso Jornal para avaliação do estágio do projecto, cuja entrada em funcionamento é rodeada de muita expectativa.

E não é para menos uma vez que, a entrada em funcionamento da referida fabrica, irá reduzir os custos de compra daquele material, que actualmente ronda os trezentos meticais por cada chapa, facto justificado por alegados custo de compra e transporte do produto, a partir da província de Sofala, onde existe uma unidade do género.

As telhas de Lusalite apresentam a vantagem de não serem susceptíveis a corrosão, resistir a atmosferas agressivas, elevada resistência mecânica, entre outros requisitos.

De referir, ainda, que no distrito de Nampula-Rapale, mais concretamente no

Posto administrativo de Anchilo, uma outra indústria, desta feita de processamento de castanha de caju entrou recentemente em funcionamento.

A fábrica, que emprega cerca de 800 trabalhadores, possui capacidade de processamento anual de cinco mil toneladas de castanha de caju. Cuja amêndoa tem como potenciais mercados Estados Unidos da América , países europeus e do Médio Oriente.

Fonte: WAMPHULA FAX - 17.06.2011

Driving campaign for Saudi women challenges custom




From Mohammed Jamjoom, CNN

CNN) -- Saudi women have been encouraged to challenge the status quo and get behind the wheel Friday.

The initiative is called "Women2Drive," a campaign demanding the right for women to drive and travel freely in Saudi Arabia.

Though there are no traffic laws that make it illegal for women to drive in Saudi Arabia, religious edicts are often interpreted as a ban against female drivers. One female motorist spent more than a week in custody in May, supporters said.

The day was expected to be a test of wills, and authority, between police and the campaign, which has been publicized by Facebook, Twitter and other social media.

A Riyadh man who went out to document what would be an unusual scene in Saudi Arabia said the streets were typically empty for a Friday morning, but that there were many fewer police officers than in March -- when online organizers had called for mass demonstrations.



Saudi women protest driving restrictions

Saudi women in the driver's seat

Saudi woman driver arrested RELATED TOPICS
Saudi Arabia
Women's Issues
Human Rights Watch
"I'm thinking that the government is turning sideways," said the man, Ahmad Alafaliq. "They don't want to see it, they don't want to deal with it."

A Saudi woman told CNN her mother drove her and her sisters down Riyadh's main street on Thursday.

The woman, who asked not to be named because she was worried about harassment and possible reprisals, said no one bothered them.

"This is important for women here -- this is one of our rights," she said.

Authorities stopped Manal al Sharif, 32, for driving a car May 21 and detained her the next day. She said she was forced to sign a form promising not to drive again and spent a week in jail.

Al Sharif has not been charged, but the case remains open and she may be called back, according to human rights activist Waleed Abu Alkhair.

In an interview with CNN before her detention, al Sharif said she was determined to speak out.

"We have a saying," she said. "The rain starts with a single drop. This is a symbolic thing."

A Facebook page called "Women2Drive 17th June," includes a banner that reads "We are all Manal Sharif," and a quote from King Abdullah stating that "the day will come when women will be able to drive."

The same page offers some guidelines on participating in the driving movement, such as asking women to keep wearing a hijab, or head scarf; not gathering in the streets; waiving the Saudi flag to show their patriotism; having a male present in the vehicle and driving within Riyadh's city limits.

Hundreds of women joined the campaign to begin driving Friday. Some women with international licenses, such as al Sharif, began driving earlier.

"It's very important to drive because it is a basic right," said Nadya Khalife, a Human Rights Watch women's rights researcher for the Middle East and North Africa. "The freedom of movement is a basic right. Saudi Arabia is the only country that bans driving for women."

Khalife said what separates this campaign from other efforts to get women to drive is the degree to which it has relied on social media.

Khalife said the deterrents to women getting behind the wheel have been "a whole mix of things."

"They're up against society as a whole," Khalife said. "Some women may even face harassment or pressure from their families. Some women have clearly been in support, but others are saying they don't want to 'shame.'"

Khalife noted that some men have been supportive of their daughters, wives and sisters taking part in the driving campaign.

Alkhair, speaking Thursday from London, said he encouraged his wife to drive in Jeddah on Friday.

"I think after what the police and the interior ministry did to Manal al Sharif, a lot of women became afraid," he said. "The Interior Ministry has put a lot of police on the street. They want to send a message to all women."

Osamah Alluaidan, an opponent of female drivers, posted on Facebook, "It is not a sin for women to drive but when women drive and disobey the Kingdom's guardians, that's the problem, this is unacceptable."

Strict segregation by sex means women in Saudi Arabia can't travel without a male relative or take public transportation. Many women hire expensive drivers or taxis to get around.

Since al Sharif's detention, several Saudi women have uploaded their videos onto the web.

Amnesty International said Saudi women should be allowed to seek more freedoms.

"Saudi Arabian authorities must stop treating women as second-class citizens and open the kingdom's roads to women drivers," the organization said.

Source: CNN News

Thursday, June 16, 2011

CADE O PARTIDO PAHUMO? EXISTE OU DESAPARECEU

Na Segunda-Feira, 12 de Abril de 2010 o Moçambique para todos postou um artigo que falava sobre a criação de um novo partido político chamado PAHUMO em Moçambique. Dias depois ouvimos que o mesmo partido seria dirigido pelo Sr. Cronélio Quivale um ex-deputado da Assembleia da Republica. Apartir daquele momento, nunca mais se ouviu sobre este partido. Onde é que anda funcionando este partido? É estranho, pois Moçambique há, ou vala existem muitas coisas cujas um partido político pode articular, criticar or participar e ser concedida oportunidade de expressão nos meios de comunicação existentes. Infelizmente, este partido quase que não existe, isto porque nada se ouve sobre o mesmo.

Que partido político é esse que apenas fica em selêncio? Será que o Pahumo está esperando eleições ou campanha eleitoral para se expressar por muitos aspectos que por ai existem ou ocorrem em Moçambique
Gostaria de saber a saúde deste partido. Quem pode explicar o que se passa e onde este partido se foi?

Paz

Sombras no futuro do MDM

O futuro promissor associado ao Movimento Democrático de Moçambique (MDM), aquando da sua fundação e na fase inicial da sua existência, é cada vez mais arredado em meios que anteviam a sua afirmação como partido de considerável expressão.

A própria FRELIMO, que viu com apreensão o surgimento do MDM, mudou de atitude. O ponto de vista em que geralmente se baseiam previsões actuais segundo os quais o MDM tende para uma “vulgaridade capaz de o minar” é o de que a sua conduta se vem afastando gradualmente de padrões de ética política e moral anunciados no seu ideário, passando a confundir-se com projectos partidários falhados em Moçambique.

A recente nomeação de Luís Boavida como novo SG do MDM é apontada como mais um elemento elucidativo da “deriva” em que o partido entrou relativamente a intenções que contribuíram para a sua implantação, entre as quais a de rejeitar práticas de compadrio e oportunismo na sua acção política.

Luís Boavida foi nas três últimas legislaturas deputado da RENAMO, função no exercício da qual se considera ter exibido inclinações sectárias. Foi um dos mais contundentes críticos do surgimento do MDM, a que chamava “RENAMO Renovada” (por analogia depreciativa com UNITA Renovada, uma criação artificial do MPLA).

O anterior Secretário-Geral do MDM, Ismael Mussá, demitiu-se em circunstâncias consideradas reveladoras de mal-estar interno provocado pela implantação no partido de métodos “centralistas” de gestão (na pessoa do líder), agravados pelo surgimento de tendências regionalistas e de favoritismos étnicos nos processos de decisão.

A reputação do partido está também a ser ofuscada por uma propagação de rumores acerca de casos apontados como reveladores de inclinações venais de alguns dirigentes na gestão de recursos do MDM.

Um dos mais visados é Lutero Simango, chefe da bancada parlamentar do MDM e irmão do líder do partido, Daviz Simango. Daviz Simango é presidente do município da Beira.

O seu prestígio pessoal, considerado factor determinante da aceitação efectiva de que goza entre a população local, sua base eleitoral, pode estar a ser afectado pela crise em que o MDM entrou – o que, por acréscimo, poderá vir a comprometer futuras vitórias eleitorais.

CORREIO DA MANHÃ – 15.06.2011