BLOG DEDICADO À PROVINCIA DE NAMPULA- CONTRIBUINDO PARA UMA DEMOCRACIA VERDADEIRA EM MOCAMBIQUE

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Friday, May 13, 2011

Explore Gorongosa" vencedor de Dois Prémios na cerimónia do "2011 Safari Awards"



O restaurante Moyo na marginal de Durban, foi a localização adequada para acolher os representantes da indústria de Safaris que ficaram a conhecer os finalistas e os vencedores dos "2011 Safari Awards", num total de 21 categorias. Este evento funcionou de forma perfeita como uma antecipação do que viriam a ser 4 energéticos dias de total imersão e frenética interacção da Feira de Turismo - Indaba 2011.
Apesar de estar apenas no seu terceiro ano de actividade, "Explore Gorongosa" foi o vencedor em duas categorias do "2011 Safari Awards": "Best New Safari Camp in Africa" e "Best Ecological Safari Property in Africa".

Situado no mundialmente famoso Parque Nacional da Gorongosa, uma jóia que está a ser descoberta pelo circuito Africano de safaris, "Explore Gorongosa", é a primeira iniciativa privada de ecoturismo na história do Parque. As luxuosas experiências de safaris do "Explore Gorongosa" são levadas a cabo por guias especializados em algumas das áreas mais bonitas e repletas de fauna bravia de Moçambique, enquanto simultaneamente se fundamentam no princípio de causar um impacto ecológico mínimo no nosso planeta.
A região da Grande Gorongosa é ímpar do ponto de vista ecológico e fica situada no extremo sul do Grande Vale do Rift Africano; como tal é uma região com grande diversidade de espécies e com caraterísticas ambientais sem comparação no sub-continente. A chave para a biodiversidade e para a preservação de habitats no nosso planeta é a protecção de áreas de importância ecológica, tais como o Parque Nacional da Gorongosa e a respectiva bacia hidrográfica, como é o caso da vizinha Serra da Gorongosa.
Trata-se na verdade de uma emocionante história de esperança, em que a organização Americana sem fins lucrativos "Gorongosa Restoration Project", em conjunto com o Governo de Moçambique, estão a proteger e restaurar o ecosistema do Parque Nacional da Gorongosa e a desenvolver a indústria do ecoturismo de forma a beneficiar as comunidades locais. Após a assinatura de um contrato de co-gestão do Parque com o Governo por 20 anos e o excelente progresso efectuado ao estabelecer operadores turísticos, como por exemplo "Explore Gorongosa", enquanto parceiros fundamentais, a jornada para restaurar “O Paraíso Perdido de África” começou da melhor forma.
“Estamos muito orgulhosos e imensamente satisfeitos por ter ganho estes dois prémios. Ser reconhecido como o "Best New Safari Camp in Africa", é uma prova da filosofia que adoptámos na "One Africa", e também de que temos tido sucesso em renovar o sentido original da palavra “Safari”, ao substituirmos o comercialismo com a paixão e a união com a terra, com a fauna bravia e com as pessoas, em prol dos nossos convidados. Complementarmente, ao ganharmos também o "Best Ecological Property in Africa, este prémio tem um grande significado para nós, porque é essencial para o "Explore Gorongosa e genuína, em todos os detalhes do nosso produto, a obsessão pela sustentabilidade e por sólidos princípios ecológicos.
Obviamente, como em quase tudo na vida, o sucesso é criado por quem nos rodeia, e por isso agradecemos a todos os que tornaram isto possível: os nossos convidados, os nossos parceiros da indústria turística, os nossos colaboradores no terreno, e a Greg Carr, Mateus, Todd, Vasco, Carlos, Franziska e aos restantes membros da equipa do PNG, e claro à própria Gorongosa, de quem continuaremos orgulhosamente a fazer parte!”, afirmou Greg Reis, co-fundador da "One Africa", o proprietário da operação de safaris "Explore Gorongosa" em Moçambique.
“Existem mais de três mil "safari lodges, camps and mobile safari operators" em África e existe uma necessidade de criar uma diferenciação entre aqueles que proporcionam uma experiência de safari mediana ou sofrível e aqueles que excedem as expectativas. A chave para medir a excelência de uma experiência de safari é a análise da mesma de forma cabal. O objectivo dos "Safari Awards" é o de reconhecer esta excelência entre os melhores operadores e "safari lodges" de África.
Desde a sua criação em 2008 os "Safari Awards" têm-se vindo a destacar, e são vistos cada vez mais como o ouro-padrão da indústria. Em 2011 o número de categorias premiadas cresceu para 21.
Com nomeações provenientes de mais de um milhar de profissionais da indústria turística, e de centenas de leitores de revistas como "Conde Nast Traveller", "Tatler", "Brides" e "Travel Africa" podemos estar seguros de que qualquer operador de safaris nomeado para um "Safari Award" está entre os melhores do seu género. Os finalistas fazem parte dos melhores 3% de África e os "Safari Award Winners" são sem dúvida os melhores dos melhores, com uma reputação conseguida através da sua excelência. Com empreendimentos Moçambicanos de safaris a conseguir 4 primeiros prémios, um segundo prémio e um largo conjunto de finalistas em 2011, não há qualquer dúvida que Moçambique está rápidamente a tornar-se um destino de eleição”, afirmou Rosanne Cobb, Fundadora e Editora Executiva do "Good Safari Guide".
Para finalizar, podemos afirmar que no contexto holístico do Projecto de Restauração da Gorongosa, que visa fazer reviver a fauna bravia e integrar as comunidades circundantes num modelo sustentável que garanta o futuro do Parque, as recentes proezas do "Explore Gorongosa", são prova adequada de que esta história de esperança tem ainda muito mais capítulos por escrever.

Fonte: Moçambique para Todos

Wednesday, May 11, 2011

Jornalistas impedidos de fotografar helicópteros de Guebuza

Os jornalistas que viajam com presidente da República, Armando Guebuza, nas chamadas “Presidências Abertas e Inclusivas” pelo país, estão a ser impedidos de fotografar e filmar os helicópteros que transportam o chefe de Estado.

A justificação, é de que as imagens dos helicópteros podem continuar a adensar os debates acerca dos gastos exorbitantes de Armando Guebuza, em tempo de contenção de despesas devido à grave crise que se reflecte já no atraso de pagamentos de salários aos funcionários públicos no País e também nos atrasos dos desembolsos de fundos do Estado para funcionamento das instituições.

O número de helicópteros que a comitiva do Chefe de Estado agora usa reduziu de 6 para 5.

O presidente da República foi várias vezes confrontado com opiniões de contestação sobre os gastos que faz nas suas viagens às localidades, distritos e províncias, não só pelo que representa em termos de custos o facto de se fazer deslocar de helicóptero, mas sobretudo por ver o País do ar sem poder ver in loco a realidade que lhe é bastas vezes distorcida pelos seus bajuladores.

Aconteceu aquando da visita do chefe de Estado à província de Maputo, em Abril último, agentes de segurança impediram os jornalista de fotografarem as imagens da chegada do presidente, quer quando ainda estava no ar como em terra, segundo testemunhou a nossa reportagem.

Tornou-se prática em todas as viagens presidenciais subsequentes os homens da imagem serem impedidos pelos seguranças de fotografar e filmar.

Guebuza retomou as presidências recentemente depois de um largo interregno que durou anos. A retoma é tida como o início das campanhas antecipadas dado que se aproxima o Congresso do seu partido e as eleições autárquicas e gerais.

Elementos da Presidência da República, têm dito em conversas informais com a imprensa que o chefe de Estado viaja de helicóptero, como forma de evitar o seu desgaste físico. Se tivesse que viajar via terrestre estaria sujeito a um grande esforço, alegam.

Outra justificação segundo as mesmas fontes, é de que os helicópteros têm servido de catalisador da população. Atraem a população curiosa a correr para os locais de recepção e aos comícios do chefe de Estado. “Se assim não fosse seria difícil mobilizar maior presença popular aos locais visitados pelo presidente”, opinou um dos homens do protocolo.

Fonte: (Bernardo Álvaro)

Tuesday, May 10, 2011

CFM REAFIRMA COMPROMISSO: “Sena” pronta para tráfego de carvão



A EMPRESA Pública de Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM, E.P.) garante que a linha férrea de Sena estará pronta para escoar o primeiro lote de exportação do carvão mineral de Moatize, na província de Tete, o que, de acordo com a companhia mineradora Vale Moçambique, deverá ocorrer em Julho próximo.

Maputo, Terça-Feira, 10 de Maio de 2011:: Notícias
Fonte da companhia ferroviária nacional assegurou ontem ao “Notícias” que continua válido o compromisso assumido em Fevereiro deste ano pelo Presidente do Conselho de Administração da empresa, Rosário Mualeia, de sanar em tempo útil todos os erros, omissões e incorrecções detectados nas obras de reabilitação da linha férrea de Sena, falhas que acabariam por custar a rescisão do contrato de concessão com o consórcio indiano Rites and Ircon (RICON), até então responsável pela empreitada.

Na sequência do incumprimento dos prazos da obra por parte da RICON, o Governo moçambicano decidiu rescindir o contrato com o grupo indiano, com efeitos a partir de 24 de Abril último, data a partir da qual a gestão do projecto da linha de Sena foi confiada aos CFM, que, segundo Rosário Mualeia, assumiu estar em condições de retomar as obras e concluí-las, com qualidade, a tempo de fazer com que a linha sirva, com o mínimo de atraso, no escoamento da produção carbonífera de Moatize.

No último domingo, a companhia Vale Moçambique anunciou oficialmente o arranque da produção mineira em Moatize, numa cerimónia pública testemunhada pelo Presidente da República, Armando Guebuza, e pelo presidente daquela companhia, Roger Agnelli. Na ocasião, a Vale anunciou para Julho a exportação da primeira remessa de carvão destinado à exportação a partir do Porto da Beira, cuja ligação é assegurada através da linha de Sena.

A fonte dos CFM acrescentou que desde Dezembro do ano transacto que o Governo moçambicano está concentrado no desenho de uma estratégia funcional para assegurar que a linha de Sena esteja em condições de servir no projecto do carvão de Moatize, razão por que se accionaram mecanismos para garantir que os trabalhos em falta ou as correcções na linha de Sena sejam feitos sem causar mais prejuízos além daqueles que foram ditados pelo incumprimento dos prazos da obra por parte da RICON.

Com efeito, e de acordo com o nosso interlocutor, a ferroviária nacional diz dispor de capacidade humana e técnica para realizar o trabalho, sustentando que parte do pessoal que serviu a RICON fora cedido pelos CFM, pelo que será apenas uma questão de reenquadrá-lo no esquema de trabalho.

Após a formalização da rescisão do contrato de concessão do sistema ferroviário da Beira com a RICON, o Estado moçambicano accionou o processo de transferência da gestão para os CFM, o qual deverá ter sido concluído a 25 de Abril último, de acordo com o cronograma aprovado pelo Conselho de Ministros.

Fonte: Noticis

Pelo menos 13 agentes da FIR podem ter morrido em Marínguè

Visita de Guebuza a Sofala é que originou o conflito entre a FIR e homens da Renamo


“O Governo está a esconder o que realmente aconteceu e isto pode criar revolta na força e nas famílias dos que perderam a vida” - Agentes da FIR em Marínguè


Nampula (Canalmoz) – Sobre o incidente registado a 22 de Abril findo na vila distrital de Marínguè, opondo agentes da Força de Intervenção Rápida (FIR) e membros das forças da Renamo que cuidam até agora da então base central durante a Guerra Civil que durou 16 anos, ainda há dados não revelados. A partir de Nampula, a Reportagem do Canalmoz falou com agentes da FIR afectos às unidades de Marínguè. Agentes bem identificados pediram-nos anonimato, por alegadamente temer represálias, e revelaram que no dia da refrega alguns dos colegas morreram. “No dia dos confrontos, 13 dos nossos colegas perderam a vida nos confrontos que tivemos com os poucos homens da Renamo, que fizeram frente à FIR”, disse uma das fontes.

“Nunca esperávamos, como faziam-nos acreditar os nossos chefes, que existisse alguém em Moçambique que desafiasse a FIR”, e com estes acontecimentos “ficámos claros que a Renamo é forte e que pode destruir muita coisa”, observou um dos nossos interlocutores.

Disseram-nos outros ainda que “o Governo está a esconder o que realmente aconteceu e isto pode criar revolta na força e nas famílias dos que perderam a vida”.


Guebuza vai visitar Marínguè

O Presidente da República, Armando Guebuza, encontra-se em “Presidência aberta” e agora também designada por “inclusiva” à província de Sofala desde ontem. Iniciou a visita pelo distrito de Búzi, a Sul da província, esperando-se que escale o distrito de Marínguè, a Norte. Pelo que nos disseram as fontes, “o PR vai fazer comício em Nhamacala, a trinta e cinco quilómetros da vila do distrito de Marínguè, temendo-se revolta dos agentes da Renamo e da população” e “se ele for a vila de Marínguè vai ser por terra e numa situação descrita”.

“A não aterragem na ‘Pista Afonso Dhlakama’ não é da vontade do PR, mas foi assim aconselhado depois da visita efectuada pelo general na reserva Alberto Chipande e o comandante Binda”, revelaram os nossos interlocutores.


O que realmente aconteceu?

A história começa com uma provável desobediência a hábitos militares. A vila de Marínguè dispõe de duas pistas de aterragem de aeronaves de pequena escala. Uma delas foi construída aquando da colonização, cuja dimensão não excede oitocentos metros. A segunda foi construída aquando da guerra dos dezasseis anos e é obra da Renamo, por isso foi baptizada com o nome “Afonso Dhlakama”. Esta pista dispõe de uma dimensão de cerca de mil e quinhentos metros. A picada de acesso à ex-base e residência de Dhlakama em Marínguè, parte da pista com o nome do líder da Renamo.

Todavia, nos tempos do então Presidente da República de Moçambique, Joaquim Chissano, a utilização daquela pista estava sujeita a uma prévia autorização por parte dos militares da Renamo sedeados na Base de Marínguè.

Com o advento da mudança na máquina governativa moçambicana ao seu mais alto nível, este gesto foi banido. Aliás o Governo de Guebuza “nunca tinha usado” a tal pista, contam os agentes da FIR.

No presente ano, pretendendo o Presidente da República, Armando Guebuza, visitar o distrito de Marínguè, ordenou a limpeza da pista “Afonso Dhlakama” com vista à aterragem dos helicópteros que o transportam, incluindo a sua comitiva. O Governo local procedeu como era hábito, mas desta vez viu negado o pedido pela parte da Renamo, alegadamente porque “o vosso presidente Guebuza é muito arrogante e luta para acabar com a Renamo”.

Imbuídos da tal “arrogância”, não tardou uma ordem central: “Com ou sem autorização devia ser limpa a pista”. O que chegou a começar. Foram para lá jovens da OJM (Organização da Juventude Moçambicana), organização da Frelimo. “Quando aqueles militares da Renamo se aperceberam vieram nos chamar atenção e quando nós fomos falar ao comandante distrital da PRM, ele veio com outros colegas e material bélico para disparar contra a base da Renamo”, conta-nos uma das nossas fontes da FIR em Marínguè. “Por isso e em resposta eles abriram fogo contra nós, morrendo assim 13 dos nossos colegas e muitos outros contraíram ferimentos”. “Com isso, nós recuámos para a vila, abandonando o blindado e os corpos dos nossos colegas”. “Quanto aos feridos alguns foram para a cidade da Beira, para receber tratamentos hospitalares”, outros ainda “foram, por iniciativa própria, para a cidade de Quelimane”, onde estão internados.

Daí em diante as atenções viraram para Marínguè, tendo a Frelimo enviado, para levantar moral nos agentes da FIR, o general na reserva, Alberto Chipande, e um outro comandante denominado apenas por Binda.

As mesmas fontes disseram-nos que “a situação aqui (em Marínguè) está fértil para os homens da Renamo e para a população em geral e se medidas não forem tomadas algo de pior poderá acontecer em Marínguè e em todo o país”.

Esses mesmas fontes disseram-nos também que “mais de quinze camiões equipados com material bélico de alto nível e respectivos agentes foram enviado a Marínguè a partir de Maputo dias mais tarde do incidente”. (

Fonte: CANALMOZ (Aunício da Silva)

Sunday, May 8, 2011

CARVÃO DE MOATIZE: Primeira exportação prevista para Julho



O PRIMEIRO lote de exportação de carvão mineral de Moatize, na província de Tete, vai embarcar em Julho, a partir do porto da Beira. Ontem, a Vale Moçambique iniciou, oficialmente, as suas operações mineiras, numa cerimónia orientada pelo Presidente Armando Guebuza, acompanhado por Roger Agnelli, presidente daquela que é a maior companhia privada do Brasil.

Maputo, Segunda-Feira, 9 de Maio de 2011:: Notícias
Com um investimento de 1,6 bilião de dólares, a mina terá capacidade nominal de produção de 11 milhões de toneladas de carvão metalúrgico e térmico, devendo ser exportado, numa primeira fase, a partir do porto da Beira, para onde será transportado através da linha férrea de Sena, num percurso de 600 quilómetros.

Dadas as limitações da linha de Sena, mais tarde o escoamento deste mineral será feito através do porto de Nacala, sendo que neste momento estão em curso negociações para a construção de uma ferrovia ligando Moatize àquela região portuária. Para o efeito, foi recentemente assinado um memorando de entendimento entre a Vale, proponente da obra, e as autoridades do Malawi, por onde se prevê passe a linha.

O lançamento das operações de mineração consistiu do accionamento do botão para a primeira detonação do carvão pelo Presidente Guebuza e por Roger Agnelli, ao que se seguiu a simulação da betonagem do mineral, numa cerimónia assistida por centenas de individualidades idas de diversos pontos de Moçambique, da região e do mundo.

Dados estatísticos divulgados em Moatize indicam que o empreendimento ontem lançado irá contribuir significativamente para a economia moçambicana, não apenas através da criação de postos de trabalho, como também porque no pico da exploração irá gerar 2,5 a três biliões de dólares para a balança de pagamentos.

Na ocasião, o Presidente da República referiu que Moçambique tem um elevado potencial para a ocorrência de minerais, razão por que o sector mineiro é dos principais pólos de atracção de investimentos nacional e estrangeiro, tendo como objecto as actividades de pesquisa e prospecção de minerais, incluindo hidrocarbonetos.

“Estamos empenhados em assegurar que Moçambique continue a constituir um destino privilegiado e seguro de investimento, um dos motores geradores de postos de trabalho, renda e crescimento social e económico”, referiu, apontando como exemplo desse comprometimento a adesão à Iniciativa de Transparência da Indústria Extractiva.

O Chefe do Estado apelou aos gestores da Vale Moçambique no sentido de continuarem a alinhar os seus projectos à agenda de desenvolvimento traçada pelo Governo, potenciando o capital humano.

Por seu turno, o presidente da Vale confessou não ter sido fácil tomar a decisão de investir em Moçambique, numa altura em que o continente era considerado um lugar arriscado para a colocação de investimento. Mas “Moçambique e o seu Governo ensinaram à Vele como vencer os desafios”. Dentro de cinco a dez anos, se visitarem estas instalações da Vale, vão constatar que ainda haverá muita coisa a ser construída, porque temos muita vontade de crescer”, disse Roger Agnelli.

•Fonte Noticias