BLOG DEDICADO À PROVINCIA DE NAMPULA- CONTRIBUINDO PARA UMA DEMOCRACIA VERDADEIRA EM MOCAMBIQUE

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ALL MENKIND WERE CREATED BY GOD AND ARE IQUAL BEFORE GOD, AND THERE IS WISDOM FROM GOD FOR ALL

Wednesday, January 5, 2011

PORQUE SÃO CRISTÃOS OS MAIS PERSEGUIDOS EM TODO O MUNDO?

PERSEGUIDOS POR PALAVRAS E OBRAS

Atentados Suicidas em Igrejas mataram inúmeros Cristãos na Época do Natal

António Justo

A perseguição aos cristãos matou mais pessoas nos últimos cem anos do que em toda a sua História anterior. O anti-cristianismo raramente é tematizado nos Meios de Comunicação Social pelo facto de os cristãos não se defenderem e assim não se tornarem públicos. Na linguagem corrente o conceito “anti-cristianismo” não é usado. O que não existe nos conceitos não existe na consciência do povo!...

Os cristãos são o grupo mais perseguido do mundo. São alvo de racistas e de pretensos anti-racistas. No mundo árabe e asiático são vítimas de assassinos, perseguição e racismo. Entre nós são vítimas da arma da palavra ou do esquecimento. Tornou-se chique, na opinião publicada e em conversas privadas, ser-se anticristão, anti-papa ou até justificar-se os ataques à bomba de hoje com o passado, como cruzadas, etc. Uma luta cultural insidiosa de militantes do secularismo contra o catolicismo/cristianismo procura atribuir, tudo o que houve de abominável na história política e económica, aos cristãos e não ao cidadão ou ao governo secular de então. Sem se diferenciar, reduz-se o Cristianismo a um bidé onde se lavam as próprias impurezas.

Tornou-se chique falar de anti-semitismo, de anti-arabismo, anticomunismo, de racismo contra ciganos mas não é chique falar-se de anti-cristianismo ou de anti-catolicismo. Vê-se o argueiro no olho dos outros mas não se nota a tranca que se tem nos próprios olhos. Atacam-se os outros para se defender os seus. O anti-cristianismo é descurado nos Media porque os cristãos não se defendem e porque os extremistas do secularismo iluminado precisam do catolicismo como área de projecção, como terreno inimigo a combater. Quem não tem o Islão e outros como inimigo precisa do cristianismo como adversário. O racismo cultural solidariza-se contra os preconceitos contra minorias de outras culturas e aninha-se na própria cultura numa opinião publicada enegrecedora do Cristianismo e falsificadora dos factos. Vive-se bem da mentira das meias verdades. Facto é que o Homem tem em si partes divinas e partes diabólicas independentemente de seu ser de cristão, maçónico, comunista ou capitalista, etc.

Mede-se com duas medidas. O que acontece de mau nos países muçulmanos é visto como obra de extremistas, porém o que aconteceu de mal na História passada é visto como obra dos cristãos. Na nossa sociedade, a difamação de minorias é vista como preconceito, enquanto a difamação de maiorias é legitimada ou aceite. Falta o conhecimento e humanidade. O preconceito contra o Islão deixa de o ser quando se expressa contra os cristãos.
Os Media nos seus títulos falam de “violência depois do atentado na Igreja”; as pessoas assassinadas na Igreja escrevem-se em letras pequenas e à margem da notícia.

PORQUE SÃO OS CRISTÃOS O GRUPO MAIS PERSEGUIDO NO MUNDO?

O Cristianismo é um factor desmancha-prazeres para detentores do poder e carreiristas. Ele coloca o interesse da pessoa no centro e em segundo plano os interesses de economias, ideologias, culturas e estruturas sociais. Todas as estruturas do poder não se sentem bem ao verificarem que uma estrutura global, como o Catolicismo, se erga, globalmente, como voz das pessoas sem voz. Muitos poderosos, especialmente na África e na Ásia, constatam que onde os cristãos estiveram, a democracia, a liberdade política e religiosa, os direitos humanos começaram, por primeiro, a germinar, apesar da corrupção inerente à pessoa. Isto complica-lhes o domínio.

O cristianismo não pertence a nenhuma cultura, raça, sistema ou ideologia; o seu lugar é o Homem e o seu Deus encontra-se no interior de cada pessoa independentemente de confissões religiosas e da crença em Deus. Isto perturba e torna-se numa “ameaça” para quem quer fazer o seu negócio, sem problemas de consciência, à custa da pessoa. O cristianismo é perseguido em toda a parte porque é mais que uma crença, é mais que uma religião. Ele é a religião, a filosofia, do Homem individual integrado na comunidade universal sempre a caminho e sempre em revelação! Consequentemente a dignidade humana encontra-se no Homem e não fora dele; ela não se encontra na cultura, na Constituição, na religião nem na nação. O lugar de Deus é o Homem e isto perturba todas as estruturas e ideologias. Por isso estruturas e sistemas de poder da humanidade passarão mas o cristianismo não passará. Tudo o que verdadeiramente serve o Homem no seu ser humano, permanecerá, o resto passará. Assim, as estruturas e as formas do poder serão sempre relativas e passageiras e os poderosos encontrarão a barreira do Homem, com a sua dignidade, ao seu poder. As culturas, os partidos, as formas de governo passarão, o cristianismo, no que tem de matriz humana e cósmica não passará. Naturalmente que muitos cristãos e não cristãos só conhecem e se interessam pelo folclore cristão. Esta é também uma realidade humana.

No Natal foram assassinados 86 cristãos na Nigéria; nas Filipinas, devido a um atentado à bomba, foram feridas 11 pessoas numa missa de Natal; no Iraque no Natal houve atentados a casas de cristãos e foram impedidas as missas devido a ameaças de islamistas; na passagem de ano, no Egipto, com um atentado a uma Igreja foram mortos 21 cristãos e 97 feridos; no Paquistão donzelas e mulheres cristãs são violadas por muçulmanos para assim ficarem estigmatizadas como “impuras” na sua cultura. Meninas cristãs de 12-13 anos são violadas por muçulmanos, ficando assim impedidas de casar. Por estes e outros meios se impede a proliferação dos cristãos. O maior problema está no facto de tudo isto acontecer no meio do povo sem uma palavra que se levante em defesa dos inocentes. Segundo o Corão todos os meios que sirvam o Islão são legítimos.

O atentado assassino do Egipto é atribuído a uma rede de terror de fora do país e o governo egípcio fala como se os cristãos coptas do Egipto não fossem discriminados. Por um lado são discriminados e por outro lado, procura-se através de ofertas de dinheiro e de ofertas de perspectivas profissionais levá-los à conversão, como me testemunhava um estudante egípcio na Alemanha. No momento em que os muçulmanos atingem 50% da população duma região ou país, passam à ofensiva, exigindo a independência e discriminando os outros com as suas leis de maneira a torná-los minoria. No sentido islâmico, a História da perseguição muçulmana nos países onde dominam é uma História de “sucesso”, como mostra a perseguição da Turquia aos cristãos com o holocausto aos cristãos arménios. Nos últimos 100 anos, a Turquia conseguiu reduzir os cristãos de 25% da população para 0,1% actualmente. A discriminação no Sudão, no Egipto e muitos outros países segue a mesma lógica. No Iraque a perseguição em curso contra os cristãos conseguiu reduzi-los de 1,5 milhões para menos de meio milhão.

Países islâmicos tornaram-se no Inferno ou pelo menos no Purgatório dos Cristãos embora esses países sejam a sua terra natal. Os nossos políticos não acreditam no “Inferno”, por isso não há uma perspectiva de paraíso para eles, nos países em que são perseguidos.

O filósofo judeu Bernard Henry Levy constata que “os cristãos formam hoje, à escala planetária, a comunidade perseguida da forma mais violenta e na maior impunidade.” Esta realidade é calada e até justificada, como se todo o mal do mundo fosse culpa dos cristãos. Esta realidade tem de ser calada para se ter uma “boa consciência”!
António da Cunha Duarte Justo

Monday, January 3, 2011

Mensagem do Presidente Daviz Simango



Moçambicanas e Moçambicanos

Caros concidadãos

Estamos a escassos dias da comemoração do Natal, Dia da Família, e também do Fim-do-Ano e Ano Novo. Tomamos a liberdade de Vos dirigir umas palavras de afecto, amizade e consideração.

Natal é a celebração do grande amor de Deus, o dia em que Jesus nasceu, trazendo ao Mundo a Paz, luz, amor, esperança, uma nova vida.

O filho de Deus, Jesus de Nazaré, nasceu em Belém, como uma criança humilde e marginalizada e encontrou todas e todos neste mundo, oferecendo-lhes a presença e a reconciliação de Deus.

Hoje é momento de libertar os olhos, de reavivar a esperança, acreditando que esta data há-de promover na humanidade um sopro de vida do qual tanto necessitamos.

Esperamos que com a imagem do menino Jesus, que nos vem à mente, os nossos corações sejam premiados pela Paz, fraternidade e amor ao próximo.

Esta Paz, Fraternidade e Amor ao Próximo, nos conduz a um sólido Dia da Família, em que temos de acreditar nos sonhos e sabermos que somos capazes de realizá-los, com confiança e esperança direccionados para um MOÇAMBIQUE PARA TODOS.

O DIA DA FAMÍLIA é o dia da união dos moçambicanos, independentemente do seu credo, raça e posição ideológica.

Apesar da exclusão social no que tange à participação na vida democrática do País, sem esquecermos que no ano prestes a terminar vivemos momentos de tensão caracterizados por manifestações contra o alto custo de vida, queremos incentivar todas e todos a prosseguirem, com determinação, a luta para conseguirmos mudar Moçambique.

Para que se torne realmente um espaço para todos, feliz e próspero, Moçambique tem mesmo de mudar.

Este ano, também não podemos deixar acabar sem nos lembrarmos das violações de direitos humanos a vários níveis.

Não nos podemos esquecer da arrogância dos dirigentes corruptos.

Não nos podemos esquecer do abuso das suas atribuições. Como adquirem riqueza. O destino estranho que dão à riqueza do Estado.

Também não podemos deixar o ano findar sem nos lembrarmos que persistiu a falta de segurança alimentar. Houve assassinatos de agentes do Estado. Houve reprovações nas escolas, sem procedentes. As nossas fronteiras continuaram frágeis. A partidarização das instituições públicas continuou e cresceu. As condições sociais dos funcionários públicos continuaram esquecidas. O desemprego não diminuiu. Os jovens continuam sem habitação e sem perspectivas.

Aumentou o tráfico de pessoas e de drogas.

O país está transformado num corredor de drogas, como nos tem sido dado a conhecer.

A arrogância da maioria Parlamentar na Assembleia da Republica, que anda a reboque do Governo; a concentração dos interesses económicos nas mãos dum clube de amigos, entre outros aspectos que retardam o desenvolvimento sustentável de que precisamos em Moçambique, também esteve visível a todos os níveis neste ano de 2010.

Mas o que dizer aos compatriotas perante estes factos?

Não há outra saída que não seja continuarmos a lutar pelos nossos direitos, pelo respeito à Constituição e pela valorização do interesse do País e dos seus cidadãos.

O Movimento Democrático de Moçambique continuará a querer juntar-se às várias vozes na luta pelo progresso democrático.

Como me tem sido transmitido pelos cidadãos que me têm abordado, é com grande satisfação que constato que permanece viva a chama para nos libertamos das amarras que têm impedido que a Democracia cresça e o País se desenvolva mais rapidamente.

É ainda com grande satisfação que vejo o Povo Moçambicano determinado a lutar sem receio, sinal de que acredita que a Liberdade está cada vez mais próxima. É possível!

No Ano Novo prestes a começar, a Família Moçambicana deverá continuar a lutar para que a Moçambicanidade deixe de estar refém de um pequeno punhado de pessoas não interessadas na libertação do Homem, na Justiça e na Solidariedade.

O MDM continuará a manter-se ao Vosso lado e mantém o compromisso de trabalhar arduamente.

Todas as energias e todos os meios possíveis serão colocados ao serviço do ideal reflectido no lema MOÇAMBIQUE PARA TODOS.

O MDM é hoje uma realidade. Está disseminado pelo País. É um Movimento imparável. Abarca todos nacionais, jovens e velhos, homens e mulheres e crianças, deficientes, combatentes da libertação nacional e todos aqueles irmãos que lutaram pela Democracia, no sentido mais amplo do termo.

Queremos reiterar a nossa convicção de que MOÇAMBIQUE PARA TODOS significa que a nossa meta é a devolução da honra aos moçambicanos.

Tudo continuaremos a fazer para que a dignidade que continua a ser recusada aos Moçambicanos seja um dia reconquistada.

Um determinado grupo Político, dominado, por seu turno, por um punhado de homens que se servem do Estado para enriquecerem, insiste em manipular tudo e todos. Os recursos do Estado continuam a beneficiar pessoas que transformaram o Estado em sua propriedade. Servem-se do Estado para conseguirem os seus intentos.

Mas apesar de tudo, é importante sublinhar que ao termos em breve a iniciar um Ano Novo abre-se-nos uma luz de esperança.

Impõe-se que trabalhemos para a aprovação do pacote eleitoral, através do Parlamento, no sentido de termos eleições livres, justas e transparentes, a partir das quais se possa iniciar uma nova Era que nos permita começar a equilibrar a distribuição do rendimento nacional.

Caros Compatriotas,

A Mudança é possível. A alternativa é também possível. O importante é que estejamos unidos e comprometidos com o objectivo de mudar o estado de coisas a que um grupo de cidadãos conduziu Moçambique.

Pedra a pedra construiremos com orgulho a nação Moçambicana na diversidade.

Este país é rico. Não é pobre, como dizem. A riqueza tem sido, isso sim, mal distribuída.

Os recursos extraídos no campo, nos distritos e postos administrativos, devem ser melhor fiscalizados.

As comunidades rurais desejam usufruir das contrapartidas a que têm direito por isso são parte determinante desta luta que temos para tornar Moçambique um país para todos.

A mudança é possível.

A eliminação das assimetrias locais, se houver vontade política e se todos estivermos determinados a participar nesta luta, pode ser conseguida.

O MDM é uma força genuinamente inspirada em valores éticos e morais, por isso reafirmamos a nossa abertura a todos os moçambicanos que pugnam pelo espírito do nacionalismo segundo o qual o Estado deve servir os cidadãos.

Pugnamos por termos um Estado que não continue refém de uma minoria de cidadãos.

Está claro que esse pequeno grupo sobrevive à custa dos nossos impostos, enquanto a todo um Povo, vem sendo, insistente e ininterruptamente, recusado o desiderato de MOÇAMBIQUE PARA TODOS.

A sabedoria moçambicana mostra-nos que a roda da razão tem girado a favor da maioria do povo. Pode tardar mas é inevitável que não tarde o sol brilhe para todos nós.

Os ventos da história mostram-nos que com a participação activa de todos, mulheres, homens, jovens, idosos, deficientes e excluídos, é possível viramos a mesa e repormos o Direito de sermos moçambicanos.

Não podemos continuar a admitir que a sorte da maioria não seja a mesma de um punhado que insiste em negar aos demais os mesmos direitos de cidadania.

O MDM reitera o seu compromisso de promover a estabilidade social do trabalhador e da família moçambicana.

O MDM insiste que a credibilidade das Instituições públicas transformadas em saco azul da elite política dirigente não pode continuar a ser deixada ao livre arbítrio de um punhado de salteadores do Estado.

O MDM reitera por isso o compromisso de separar os negócios da política, que é quanto a nós a razão, a causa principal da promiscuidade que afecta as nossas instituições públicas.

O nosso Estado tem de deixar de continuar no descrédito.

O nosso Estado tem de deixar de estar nas mãos de narcotraficantes.

A “gangsterização” do nosso Estado, por via da “gangsterização” da classe dirigente, tem de acabar.

O MDM propugna pelo objectivo de termos um Estado que coordena os interesses mais amplos, abre oportunidades a todos, sempre iguais, a empresários locais e estrangeiros, fomentando o emprego e gerando riqueza.

O MDM não consente admitir que nos mantenhamos inertes, passivos, ao vermos a maioria esmagadora dos cidadãos continuarem atrelados aos Dumba-nengues e Tchungamoios.

Desejamos que a nossa juventude que vive com baixa renda a tocar as raias da miséria, participe activamente e como construtora do País para que o nosso Produto Interno Bruto cresça com o contributo de todos, pois essa entendemos ser a única via para se poder atingir um crescimento sustentável e acima de dois dígitos que possa assim superar o crescimento da população sem que se verifique crescimento da pobreza como está a suceder.

Permitam-me a terminar, desejar a todos, em nome de todos os membros e simpatizantes do MDM, e em meu nome pessoal, um Natal Feliz, um Dia Família e um Ano Novo, cheios de Paz, Amor, Saúde, Amizade e Repleto de Esperança.

Estendo também votos de Festas Felizes a todos os expatriados que vivem no nosso País.

Que Deus abençoe a Família Moçambicana e nos ilumine nas tarefas que a História nos confere.

Daviz Mbepo Simango, Eng° Civil

(Presidente do Movimento Democrático de Moçambique)

Monday, December 20, 2010

Ingleses, alemães e americanos escolhem praias moçambicanas para natal e fim do ano




Pedidos de vistos a partir da Ras

Os últimos 15 dias foram de muita pressão sobre os serviços consulares de Moçambique na África do Sul, sobretudo no consulado geral da cidade de Joanesburgo.
Durante as referidas duas semanas, os serviços diplomáticos do nosso país, na vizinha terra do rand, receberam pedidos de vistos de entrada para Moçambique de cidadãos de várias nacionalidades, afim de passarem as festas de Natal e fim-de-ano. Na extensa lista de pedidos de quase todos os quatro cantos do mundo, de acordo com o cônsul geral em Joanesburgo, Luís Silva, os ingleses foram os que mais pedidos emitiram junto daquela missão diplomática. Mesmo sem revelar dados, Silva garantiu em exclusivo ao nosso “O País” que depois dos ingleses, seguem na lista de pedidos de autorização cidadãos de nacionalidade alemã e, em terceiro lugar, os americanos. A mesma lista é também composta por indivíduos de várias nacionalidades.

Para o cônsul geral em Joanesburgo, a corrida pelo nosso país, nesta época do ano, deve-se, particularmente, ao acesso às belas praias de que Moçambique dispõe ao longo da sua extensa costa, de aproximadamente três mil quilómetros. Ainda no que se refere ao movimento migratório ligado à passagem do ano, Luís Silva disse ser prematuro avaliar o número de cidadãos sul-africanos que escolheram Moçambique para a celebração do Natal e fim do ano, devido ao acordo de isenção de vistos, que facilita que os mesmos partam directamente para o nosso país sem precisar dos serviços consulares. Contudo, na mesma ocasião, o nosso interlocutor admitiu que os sul-africanos sempre lideraram a lista de estrangeiros que escolhem o nosso país como destino turístico.

Por outro lado, o consulado de Moçambique em Joanesburgo registou, igualmente, nos últimos tempos um número acima do normal de pedidos de certificado de emergência de cidadãos moçambicanos, que pretendem se deslocar ao país para a quadra festiva.

Font: O País

Montagem de automóveis em Moçambique a partir de 2011


A companhia Chinesa, Tong Jian Investiment, deverá instalar uma fábrica de montagem de automóveis, na província de Maputo, a partir de Janeiro de 2011, num investimento avaliado em 200 milhões de dólares americanos.



A fábrica será instalada, numa primeira fase, na Machava, distrito da Matola, devendo, dois anos depois, passar defintivamente para o distrito da Manhiça, ainda província de Maputo.

Para o efeito, um acordo com vista a instalação da fábrica de montagem de automóveis, em Moçambique, foi assinado, na última sexta-feira, em Maputo, pelo Director do Gabinete das Económicas de Desenvolvimento Acelerado (GAZEDA), Danilo Nalá, e o Director da Tong Jian Investiment, Hong Cao.

‘Não se trata apenas de um investimento com fins comerciais e que será benéfico para a economia de Moçambique, através de receitas e criação de emprego, mas é um investimento que vai consistir na transferência da tecnologia da China para cá’, disse Hong Cao.

A fábrica deverá montar, logo a princípio, 10 mil automóveis por ano, devendo a capacidade evoluir para 50 mil por ano, conforme revelou Danilo Nalá...

fonte: O País

Thursday, December 16, 2010

Carvão de Moatize explorado pela brasileira Vale terá como destino a Índia


2010/12/16

A empresa brasileira Vale, que antecipa estar a produzir 850 mil toneladas de carvão em Moçambique a partir de Dezembro de 2011, irá vender a maior dessa produção à Índia, afirmou em Calcutá um responsável da subsidiária indiana.

A Vale, o maior produtor mundial de minério de ferro, pretende iniciar a exploração da mina de Moatize, Moçambique, em Agosto de 2011, devendo a maior parte da produção ser exportada para a Índia, de acordo com B.K. Singh, director executivo da Vale Índia.

A Vale vende actualmente 500 mil toneladas por ano de carvão metalúrgico às empresas indianas.

‘Em 2013/2014 a mina de Moatize estará a produzir 8 milhões de toneladas de carvão metalúrgico e 4 milhões de toneladas de carvão térmico’, disse Singh, para acrescentar que, embora a maior parte dessa produção se destine à Índia, a empresa irá procurar outros mercados para a colocação do produto…

fonte: Macauhub