UMA nova formação política denominada Partido Humanitário de Moçambique, PAHUMO, de ideologia centro-direita, apresenta-se publicamente hoje, na cidade de Nampula.
Maputo, Segunda-Feira, 12 de Abril de 2010:: Notícias
A agremiação foi fundada por um grupo de políticos que até as eleições presidenciais e legislativas e das assembleias provinciais de 28 de Outubro último militavam na Renamo, no Movimento Democrático de Moçambique, MDM, e Partido para a Paz e Democracia (PDD), na oposição.
Fonte segura da comissão fundadora confirmou a nossa Reportagem que Cornélio Quivela um político que durante uma década ocupou o cargo de delegado político da Renamo na província de Cabo Delgado, tendo também sido deputado, reúne o consenso dos seus correligionários para assumir a presidência do partido.
A sua eleição poderá ocorrer num escrutino interno a ser organizado após a concretização do registo do partido junto das instâncias competentes.
Para completar os três outros lugares do órgão directivo, poderão concorrer outras figuras conhecidas na arena política local, nomeadamente Filomena Mutoropa e Leudério Cipriano que logo após o escrutínio de 28 de Outubro, abandonaram o MDM de Daviz Simango, onde ocupavam as funções de delegada política adjunta e chefe provincial de formação e quadros, respectivamente.
Soubemos ainda que o ex-chefe da bancada parlamentar da Renamo, União Eleitoral na Assembleia da República na quinta legislatura e delegado regional norte da “perdiz” Ossufo Quitine, falecido no ano passado, constava da lista das figuras apontadas para integrarem a cúpula do PAHUMO. Para preencher a sua vaga, foi repescado o empresário baseado no distrito de Chiúre, em Cabo Delgado, Eduardo Pintane que já foi parlamentar na Assembleia da República, pela Renamo-União Eleitoral.
Para secretário-geral há fortes probabilidades do cargo vir a ser confiado a José Henrique Lopes, que se iniciou na vida política na Renamo, onde chegou a assumir as funções de delegado político provincial, em Nampula, deputado na AR, tendo militado depois no PDD, de Raul Domingos.
A nossa fonte referiu que depois da sua apresentação pública, o PAHUMO vai desdobrar-se em esforços com vista a mobilizar membros para engrossar as suas fileiras, privilegiando mulheres, jovens, estudantes, académicos, religiosos e agentes económicos.
Carlos Tembe
Monday, April 12, 2010
Thursday, April 8, 2010
Partidarização de 7 de Abril mancha festa da mulher moçambicana

Daviz Simango, presidente do MDM
“Que a luta dos moçambicanos pela não privatização de eventos nacionais continue até que a razão vença a intolerância. Somos moçambicanos, e lutaremos por Moçambique para todos.” – Daviz Simango
Beira (Canalmoz) - O presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Daviz Simango, disse que o 7 de Abril actualmente tornou-se uma data festiva, com flores e bombons para umas, e de marginalização e descriminação para outras que, devido a natureza super partidária com que a data é tratada, não se vêem nela identificadas.
Falando, ontem, na Beira, numa entrevista exclusiva com o Canalmoz à margem da comemoração, do 7 de Abril (feriado nacional), cujas cerimónias tiveram lugar no Monumento dos Heróis Moçambicanos, na zona da Chota, Simango afirmou que as mulheres são, por natureza, Amigas, Companheiras, e sobretudo nossas mães pela forma como elas cuidam de nós, desde que nascemos até a morte, nas diversas etapas que com elas vivemos. Por isso, tenho o privilégio de manifestar o meu reconhecimento e admiração por elas, pois sem elas nós não existiríamos.
“A luta do Movimento Democrático de Moçambique visa fazer com que este dia constitua um momento privilegiado de reflexão sobre as melhores formas de busca de igualdade social entre os homens e mulheres e de eliminação de todas formas de descriminação de mulheres com base na sua filiação política”, acrescentou o presidente do MDM que é também o presidente do Município da Beira.
“Queremos também, nesta luta, chamar atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vem sendo impostas”, sublinhou.
Ele acrescentou que o seu partido tem consciência de que esta luta “requererá de nós muita ponderação, patriotismo e paciência, porque é um processo que mexe com totalitarismo e arrogância, em que a todo o custo se colocam organizações do Partido no Poder como proprietárias de datas nacionais, num autêntico golpe ao Estado moçambicano. Esta forma de opressão temos que enfrentá-la de frente e não auto-excluirmo-nos. Só assim evitaremos que esse comportamento atinja proporções cada vez mais difíceis de reparar. É por isso que a nossa luta deve continuar a assumir cada vez mais o compromisso de combater o obstáculo e promover o avanço da Mulher”.
Daviz Simango adiantou que “não daremos trégua até que os fazedores das mentes saibam que estas mulheres moçambicanas, geradoras da vida precisam dum dia que simbolize a sua dignidade e identidade como moçambicanas, independentemente do seu estrato político, social e económico”.
A OMM como vulgarmente é conhecida a organização feminina do Partido Frelimo não representa a unidade nacional, nem a voz da razão de luta das mulheres moçambicanas, pois representa apenas um universo constituído em um Partido com dois milhões de seguidores num país com cerca de vinte milhões de habitantes.
Portanto, Simango advertiu que o 7 de Abril deve ser celebrado por todas, pois se trata duma data nacional dedicada a Mulher. As camaradas e outras formações que queiram festejar datas próprias que encontre espaço próprio porque o ano tem 365 dias, adiantou em jeito de proposta para que não se confundam datas partidárias com uma data nacional. “Não queremos discutir datas nacionais porque elas existem e devem ser respeitadas por todos moçambicanos”, disse Daviz Simango, presidente do MDM.
“Os governantes de hoje devem ter a lucidez necessária para saberem distinguir o que não gostariam que lhes fizesse, discriminados e negados na sua terra. Daí que devem entender que não se deve fazer algo a alguém que não se goste que seja feito a si próprio. Por isso a Paz deve iniciar na nossa atitude para o bem das futuras gerações e de mãos dadas construirmos uma sociedade cada vez mais solidária. Somos poucos para cada um de nós no seu canto fazer só. Todos juntos faremos melhor. Como moçambicanos ninguém deve estar de fora do seu direito constitucional, na sua contribuição de construirmos a nação moçambicana”, frisou Daviz Simango.
Por fim, Simango desejou um dia feliz e parabéns a todas as mulheres empresárias, funcionárias, camponesas, trabalhadoras do mercado informal, mães, amigas, esposas, donas de casas, estudantes, filhas, colaboradoras, associações femininas, deficientes e doentes. “Que a luta dos moçambicanos pela não privatização de eventos nacionais continue até que a razão vença a intolerância. Somos moçambicanos, e lutaremos por Moçambique para todos” concluiu.
Refira-se que no Monumento dos Heróis Moçambicanos esteve uma moldura humana bastante considerável, particularmente mulheres, representando organizações políticas e também outras não partidárias. O evento foi manchado pela partidarização da data, o que levou o representante do Conselho Municipal, José Domingos, a advertir sobre a necessidade de as moçambicanas saberem a verdade sobre a essência do 7 de Abril. O Governador, Maurício Vieira, disse que não há outra verdade sobre o 7 de Abril, Senão a que é conhecida de todos.
(Adelino Timóteo)
2010-04-08 06:46:00
VISANDO CHAMAR ATENÇÃO DA SOCIEDADE CONTRA REGRESSO AO PARTIDO ÚNICO
G-12 promove debate sobre democracia multipartidária em Moçambique
➢ O monopartidarismo está de volta em Moçambique, porque o partido no poder está a excluir a oposição, através da partidarização das instituições públicas – Vasco Campira, líder do G-12
EDSON ARANTE
Com o fito de chamar à atenção da sociedade civil moçambicana sobre o hipotético regresso ao monopartidarismo, as minúsculas 12 formações políticas moçambicanas extraparlamentares conhecidas pela designação G-12, promovem, próximo sábado, em Maputo, um debate público sobre a democracia multipartidária.
No entender do líder deste grupo, Francisco Campira, “a democracia multipartidária em Moçambique tem vindo a regredir desde o seu surgimento, em 1992, tudo porque a oposição não tem tido espaço para exercer a política, devido à marginalização da mesma pela FRELIMO”.
Campira insistiu, falando em entrevista ao Correio da manhã, que “o monopartidarismo está de regresso, porque o partido no poder está a excluir a oposição, através partidarização das instituições públicas”.
O encontro do próximo dia 10 de Abril irá também ser aproveitado para o G-12 proceder a eleição do corpo directivo do Centro de Promoção de Democracia Multipartidária (CPDM), apontado por Campira como integrando cerca de 40 formações políticas activas em Moçambique.
➢ O monopartidarismo está de volta em Moçambique, porque o partido no poder está a excluir a oposição, através da partidarização das instituições públicas – Vasco Campira, líder do G-12
EDSON ARANTE
Com o fito de chamar à atenção da sociedade civil moçambicana sobre o hipotético regresso ao monopartidarismo, as minúsculas 12 formações políticas moçambicanas extraparlamentares conhecidas pela designação G-12, promovem, próximo sábado, em Maputo, um debate público sobre a democracia multipartidária.
No entender do líder deste grupo, Francisco Campira, “a democracia multipartidária em Moçambique tem vindo a regredir desde o seu surgimento, em 1992, tudo porque a oposição não tem tido espaço para exercer a política, devido à marginalização da mesma pela FRELIMO”.
Campira insistiu, falando em entrevista ao Correio da manhã, que “o monopartidarismo está de regresso, porque o partido no poder está a excluir a oposição, através partidarização das instituições públicas”.
O encontro do próximo dia 10 de Abril irá também ser aproveitado para o G-12 proceder a eleição do corpo directivo do Centro de Promoção de Democracia Multipartidária (CPDM), apontado por Campira como integrando cerca de 40 formações políticas activas em Moçambique.
Wednesday, April 7, 2010
Terceiro mandato está fora de questão – reitera Chefe do Estado, Armando Guebuza

O PRESIDENTE da Republica, Armando Guebuza, disse, reiteradamente, em Dakar, não ter quaisquer intenções de se recandidatar para um terceiro mandato, refutando rumores nesse sentido.Maputo, Quarta-Feira, 7 de Abril de 2010:: Notícias
“Quanto a um terceiro mandato não! Não! Não!”, disse Armando Guebuza, categórica e peremptoriamente, na conferência de imprensa domingo, que marcou o final da sua visita ao Senegal, onde ele e mais de duas dezenas de líderes africanos participaram nas festividades do jubileu da independência e testemunharam a inauguração do memorável monumento do Renascimento Africano.
Armando Guebuza afirma estar satisfeito com o contributo que prestou e continua a prestar ao país na qualidade do Chefe de Estado. Sublinhou que a sua determinação de não se recandidatar foi, bastas vezes, expressa, daí que não entende as reais motivações para a insistência no assunto da sua hipotética continuidade.
A resposta firme e categórica de Armando Guebuza, cujo segundo mandato termina em 2014, “enterra” todos os rumores que têm sido propalados e estado a alimentar acalorados debates nos mais variados círculos de opinião da sociedade civil e não só, sobre uma eventual recandidatura ao cargo do mais alto magistrado da Nação.
“Estou a cumprir o segundo mandato. Sinto-me realizado e espero ter dado a contribuição necessária para o nosso povo e darei a minha contribuição à margem da presidência e espero que seja também uma contribuição valiosa”, reiterou.
O estadista moçambicano distancia-se, desta feita, de alguns líderes africanos, alguns que estiveram presentes no jubileu do Senegal, que têm estado a alimentar aberta e claramente a sua vontade de continuar agarrados ao poder, mesmo depois de cumprir mandatos consagrados na Constituição.
Aliás, basta recordar que o recente golpe de Estado no Níger, havido em Fevereiro último, resultou da manifesta vontade de Mamadou Tanja, Presidente derrubado, de alterar a Constituição do país para poder alargar a sua permanência na presidência, que ocupou por 10 anos.
Blaise Compaoré, Presidente do Burkina Faso, no poder no seu país desde 1987, quando deu um golpe de Estado sangrento que matou o anterior Presidente, Thomas Sankara, foi recentemente alertado por várias forças vivas do seu pais contra os perigos de uma provável tentativa de mudar a Constituição.
LEONEL MUCHANO, da AIM, em Dakar
Thursday, April 1, 2010
PGR INVESTIGA FRAUDE de Edson Macuácua
Em contacto exclusivo com BANTU, o Procurador-geral da República, Augusto Paulino, afiançou que não tinha conhecimento da suposta fraude académica cometida por Edson Macuacua, uma vez que a
procuradoria é vasta, mas prometeu se inteirar do caso.
Não sei de nada, como sabe, a procuradoria é vasta, posso não saber de tudo que se passa em outras secções, mas vamos nos inteirar do que aconteceu, assegurou Augusto Paulino, num breve contacto com a reportagem à margem deste Jornal à margem da abertura do parlamento moçambicano.
Augusto Paulino que se mostrou algo incomodado com a questão colocada pelo BANTU, solicitou através do seu assessor para Comunicação e Imprensa, mais elementos para iniciar com investigações visando a apurar a veracidade da suposta fraude académica, inclusive “implorou” algumas edições deste jornal onde foram publicadas matérias sobre este caso.
A PGR foi a única entidade que se pronunciou sobre a suposta fraude na maior e mais antiga universidade do país, embora tenha sido para dizer que não tinha conhecimento do mesmo. O mesmo já não aconteceu com o director da Faculdade de Direito, José Dimande, o coordenador de mestrados na mesma instituição,
professor Giles Cistac, e o próprio visado que pautaram pelo mutismo.
Aliás, fontes do BANTU afiançaram que será extremamente difícil por estas alturas, depois de quatro meses em o que caso se deu, a Procuradoria- geral da República encontrar indícios que substanciem a fraude, devido ao secretismo e sigilo com que o processo da passagem automática do delfim de Guebuza foi tratada.
Contudo, as fontes reiteram que nada vai mudar, pelo menos nas mentes daqueles que viram a lista da exclusão de Edson Macuácua, e conhecem a pressão exercida sobre o mesmo.
Apesar de tentativas de escamotear a verdade, a tese de que não houve fraude académica não é convicente. Se se admitir que o júri falhou ao excluir Edson Macuácua na primeira lista, era de esperar que na lista definitiva houvesse uma nota a explicar o lapso, algo que não sucedeu até última sexta-feira.
O megafone do Partido Frelimo fazia parte dos 70 candidatos que concorreram ao curso de Mestrado em Ciências Jurídicas na Faculdade de Direito da UEM elaborado em colaboração com a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa para o ano lectivo 2010/2011.
Num processo pouco transparente e apelidado de egoísmo, covardia, lambibotismo, puxa saquismo no meio
académico, Edson Macuácua, depois de ter sido excluído do curso pelo júri, seu nome aparece na lista definitive dos admitidos, facto que está alimentar suspeições entre outros excluídos, admitidos, bem como nos restantes estudantes da maior e mais antiga universidade pública do país.
Neste momento, o caso corre seus trâmites legais na maior instituição de garante da legalidade no país, esperandose que o lema “ninguém está acima da lei”, com o qual se celebrizou Francisco Madeira, antigo PGR, seja aplicado neste processo, e que o mesmo não adormeça como tantos milhares de processos crimes que estão a “roncar” naquela entidade.
Mais uma vez, a Procuradoria- geral da República é instada a mostrar transparência e independência na investigação de mais um caso que envolve mais um peixe graúdo da nomenclatura politica do país.
Exige-se coragem ao magistrado que for indicado para investigar este processo. O mesmo não se pode vergar perante pressões políticas, pois é de magistrados desta “tarimba” que sistema judicial precisa, Justiça que condena culpados e dissolve inocentes, pois quer queira ou não, a figura em causa neste processo está no centro das decisões do país.
(Nelson Nhatave, Bantu 29/03/10)
procuradoria é vasta, mas prometeu se inteirar do caso.
Não sei de nada, como sabe, a procuradoria é vasta, posso não saber de tudo que se passa em outras secções, mas vamos nos inteirar do que aconteceu, assegurou Augusto Paulino, num breve contacto com a reportagem à margem deste Jornal à margem da abertura do parlamento moçambicano.
Augusto Paulino que se mostrou algo incomodado com a questão colocada pelo BANTU, solicitou através do seu assessor para Comunicação e Imprensa, mais elementos para iniciar com investigações visando a apurar a veracidade da suposta fraude académica, inclusive “implorou” algumas edições deste jornal onde foram publicadas matérias sobre este caso.
A PGR foi a única entidade que se pronunciou sobre a suposta fraude na maior e mais antiga universidade do país, embora tenha sido para dizer que não tinha conhecimento do mesmo. O mesmo já não aconteceu com o director da Faculdade de Direito, José Dimande, o coordenador de mestrados na mesma instituição,
professor Giles Cistac, e o próprio visado que pautaram pelo mutismo.
Aliás, fontes do BANTU afiançaram que será extremamente difícil por estas alturas, depois de quatro meses em o que caso se deu, a Procuradoria- geral da República encontrar indícios que substanciem a fraude, devido ao secretismo e sigilo com que o processo da passagem automática do delfim de Guebuza foi tratada.
Contudo, as fontes reiteram que nada vai mudar, pelo menos nas mentes daqueles que viram a lista da exclusão de Edson Macuácua, e conhecem a pressão exercida sobre o mesmo.
Apesar de tentativas de escamotear a verdade, a tese de que não houve fraude académica não é convicente. Se se admitir que o júri falhou ao excluir Edson Macuácua na primeira lista, era de esperar que na lista definitiva houvesse uma nota a explicar o lapso, algo que não sucedeu até última sexta-feira.
O megafone do Partido Frelimo fazia parte dos 70 candidatos que concorreram ao curso de Mestrado em Ciências Jurídicas na Faculdade de Direito da UEM elaborado em colaboração com a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa para o ano lectivo 2010/2011.
Num processo pouco transparente e apelidado de egoísmo, covardia, lambibotismo, puxa saquismo no meio
académico, Edson Macuácua, depois de ter sido excluído do curso pelo júri, seu nome aparece na lista definitive dos admitidos, facto que está alimentar suspeições entre outros excluídos, admitidos, bem como nos restantes estudantes da maior e mais antiga universidade pública do país.
Neste momento, o caso corre seus trâmites legais na maior instituição de garante da legalidade no país, esperandose que o lema “ninguém está acima da lei”, com o qual se celebrizou Francisco Madeira, antigo PGR, seja aplicado neste processo, e que o mesmo não adormeça como tantos milhares de processos crimes que estão a “roncar” naquela entidade.
Mais uma vez, a Procuradoria- geral da República é instada a mostrar transparência e independência na investigação de mais um caso que envolve mais um peixe graúdo da nomenclatura politica do país.
Exige-se coragem ao magistrado que for indicado para investigar este processo. O mesmo não se pode vergar perante pressões políticas, pois é de magistrados desta “tarimba” que sistema judicial precisa, Justiça que condena culpados e dissolve inocentes, pois quer queira ou não, a figura em causa neste processo está no centro das decisões do país.
(Nelson Nhatave, Bantu 29/03/10)
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