BLOG DEDICADO À PROVINCIA DE NAMPULA- CONTRIBUINDO PARA UMA DEMOCRACIA VERDADEIRA EM MOCAMBIQUE

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ALL MENKIND WERE CREATED BY GOD AND ARE IQUAL BEFORE GOD, AND THERE IS WISDOM FROM GOD FOR ALL

Monday, December 7, 2009

A QUEM FRELIMO ESTA PREPARANDO PARA 2014?


Meus caros/caras
Mocambicanas/Mocambicanos

Nao sei se a Frelimo ainda ja' tem a reserva dos chamados camaradas saidos das FPLM ou antigos combatentes que estejam preparados para prosseguir com a doctrina do monopartidarismo em Mocambique para o proximo pleito eleitoral do ano 2014. Se nao tem entao essa sera' uma grande oportunidade da figura que a pouco tempo sobresaiu nos palcos politicos Mocambicanos, o menino da Beira - Deviz Simango.

Mas nao existem duvidas que a Frelimo ja' esta peoucupado em escolher quem podera' substituir o Guebuza la que o mesmo reitera a nao alterar qualquer legislacao que lhe permetiria concorrer trez vezez para o cargo de Presidente. Na Remao ainda reina um eco de falta de um futuro cantidado uma vez que o Dhlakama deve reduzir a velocidade em termos de cantidadar-se porque se nao sera' achado de antidemocratico no seio da Renamo. Dhlakama ja concorreu 4 vezez e perdeu, pelo q ele devera' demonstrar o seu tom democratico em preparar um successor politico com uma visao como a dele mas na Renamo reina um eco de falta desse successor.

E' certo que a Renamo perdeu uma oportunidade em Deviz Simango q deveria ser um # 2 simbolico da lideranca da Oposicao dentro da Renamo mas ele Deviz se simboliza o melhor posicionado para dirigir Mocambique sem contar com a Renamo a nao ser que o mesmo possa convitar a Renamo para defender os interesses da oposicao no ano 2014.

A Frelimo esta sem como falar, talvez agora deve estar a preparar um praticamente do centro do pais ou norte la que todos q dirigiram o pais foram com bases no sul.Com Guebuza a Frelimo se aproveitou com a concepcao e nescimento do Guebuzinho em Murrupula, titulo que facilitou manipular o povo inocente durante a sua propaganda de originalidade para conquista do poder.

mas se conclue q embora o Guebuza fosse da cla dos camaradas , ele demonstrou ser um Presidente dum pais com tendencias de abracar um desenvolvimento macico. Guebuza nao liderou o pais poque ele nao um lider e nao tem essas caracteristicas contudo com o seu caracter de empresariado aproveitou capitalizar os seus conhecimentos presidencias e superou na governacao do pais. os resultados das eleicoes de outubro em particular muitos votaram no Guebuza devido o seu caracter de ser "BUSINESSMAN". O povo eleitor invisionou o Guebuza como alquem q possa trazer um banco na aldeia e tudo mais.

A existencia de mais alguem como Guebuza na Frelimo e'duvidosa e o Deviz Simango esta em festa naquilo que o povo lhe vira' como uma forte e unica alternativa para dirigir Mocambique apartir do ano 2014

Paz!

Daviz Simango inicia périplo pela Europa e África


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Sexta, 04 Dezembro 2009 08:58 Francisco Raiva .

O presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Daviz Simango, vai efectuar de 5 a 10 de Dezembro em curso um périplo pelo continente europeu, visitando Bélgica, Alemanha e Portugal. Na Europa, irá participar num congresso a ser realizado pelo CDS-PP, de Paulo Portas.

Neste périplo, Daviz Simango poderá ainda escalar alguns países africanos, a partir do dia 8 do presente mês, como África do sul, Zimbabwe, Zâmbia e Malawi, respectivamente. O objectivo desta digressão é, segundo o próprio, aprofundar os laços e o conhecimento partidário pelo mundo fora.

Esta viagem surge pouco tempo depois de o líder do “Galo” ter anunciado que percorreria as 11 províncias do país para agradecer o voto da população a si confiado e que colocou o seu partido como terceira força política do país nas eleições de 28 de Outubro passado.

Apesar disso, Simango diz que o périplo pelo país mantém-se em pé, devendo arrancar no próximo dia 18 de Dezembro.



AGENDA DO LÍDER

De acordo com informações apuradas pelo “O País”, o líder do MDM pretende participar em vários encontros políticos na Europa e no continente africano a partir do 10º dia do corrente mês, sob a alegação de que se torna imperioso colher experiência de outros partidos da oposição que lutam por verdadeiras democracias.

O objectivo fundamental desta deslocação é adquirir e consolidar experiências na gestão de uma democracia em benefício do povo.\

“Recebemos os convites, especialmente de Portugal, com muito gosto e achamos que não tínhamos nada a perder se alterássemos a nossa agenda e fôssemos trocar experiências noutros países do nosso continente e da Europa”, disse Simango.



PROVENIÊNCIA DO DINHEIRO DO MDM





Interpelado pelo nosso jornal a pronunciar-se sobre onde é que o partido busca fundos para custear esta digressão e a outra agendada para o país, Simango retorquiu dizendo que em nenhum momento o dinheiro foi impedimento para os passos que o seu partido pretende dar.

“Nascemos sem dinheiro e estamos a crescer sem ele. Portanto, o dinheiro nunca constitui motivo de alarme para o MDM fazer coisas maravilhosas no país’’.

O presidente do MDM referiu ainda que o mais importante é usar os seus recursos humanos e a inteligência para fazer o “comboio” andar, estando convicto de que o seu partido está a caminhar para alcançar seus objectivos.

“Não temos nenhum apoio externo como muitos propalam por aí. O nosso desenvolvimento parte da vontade dos moçambicanos do Rovuma ao Maputo”.

Afonso Dhlakama quebra o silêncio em Nampula


“O presidente Guebuza matou a democracia e pretender a acabar com ela, continuamente”




O presidente da Renamo reitera que está a organizar as manifestações contra a CNE e vai ele próprio encabeçar o processo.

Nampula (Canalmoz) – O presidente do partido Renamo, Afonso Dhlakama, está a quebrar os equívocos em volta do seu estado de saúde. Certas correntes da sociedade tentaram fazer acreditar que ele se encontrava gravemente doente mas ele tem vindo desde a semana passada, de forma privada, a proporcionar a parte dos órgãos de comunicação social com sede ou representação na cidade de Nampula, entrevistas na sua própria residência. No último sábado, o convite foi para a reportagem do Canalmoz e Canal de Moçambique aqui em Nampula.
Depois uma longa conversa com o nosso repórter, em que vezes sem conta encorajou a atitude e a maneira como os jornalistas do Canalmoz e Canal de Moçambique vem abordando os factos, sobretudo no que respeita a corrupção e partidarização do Estado, Afonso Dhlakama justificou porque não participou no encerramento da reunião da Comissão Política Nacional (CPN) do seu partido, havida muito recentemente em Nampula. “Os membros da Renamo, delegados distritais e a população em geral ficaram a pensar que a reunião da Comissão Política Nacional era para me convencer a recuar na manifestação, por isso tive que ficar a trabalhar ao telefone para esclarecer as pessoas que a CPN reuniu-se para legitimar a manifestação. Foi por isso que deleguei ao Secretário-geral do partido, Ossufo Momade para o encerramento”, começou por afirmar.
“Eu confesso que no primeiro dia tive problemas no joelho esquerdo, mas de imediato tomei medicação e as dores passaram” – disse, entretanto, o líder da Renamo, explicando que “este problema do joelho esquerdo começou durante a pré-campanha, só que naquele dia piorou um pouco”.
O presidente da Renamo disse ainda que “alguns jornalistas” quando notaram a sua ausência da reunião da CPN, “tiraram conclusões precipitadas”. “Começaram a inventar que estou com trombose, que tive um ataque cardíaco”.
“Isso era só para me provocar”…
Dhlakama, tratou igualmente de esclarecer porque não se pronunciou quando o “boato” foi espalhado: “Eu estava a trabalhar ao telefone com o membros da Renamo a esclarecer alguns aspectos a se terem em conta durante as manifestações”. “Foi preciso atender os 128 distritos que este país tem para esclarecer que a reunião não era para me aconselhar a recuar, mas, sim, para legitimar a manifestação. Recebia muitas chamadas”.
Num outro desenvolvimento, Afonso Dhlakama contou que os seus “familiares e também muitos membros da Renamo chegaram a chorar porque já se tinha propalado que eu estava morto”.
Inclusivamente, segundo Dhlakama, andou-se a dizer que “parei numa clínica privada na Sommerchield e noutra em Joanesburgo, na África do Sul”.

Manifestação contra a CNE “vai avançar”

Mais adiante, o presidente do partido Renamo, Afonso Dhlakama reiterou o seu plano e do seu partido, de realizar uma grande manifestação popular. Disse que será comandada por ele mesmo “através de um sistema de comunicação a que todos cabeças de lista da Renamo que concorreram nos diversos círculos eleitorais estarão conectados”. “Não queremos que aconteça nada que viole a lei, porque a Frelimo vai-se aproveitar disso para matar as pessoas, dai que estamos a organizar”.
“Eu Dhlakama quero usar todos os dispositivos legais que foram produto do meu suor, através da luta pela democracia”, disse.
“Eu apenas poderei disparar em legitima defesa, porque a Polícia da República de Moçambique vai querer reprimir o povo”.
“Nós nunca vamos pegar em armas e voltar para as matas, porque os direitos consagrados aos cidadãos na Constituição da República, são fruto da nossa luta, por isso não voltaremos a pegar em AK 47 e ir ao mato, porque no dia que isto acontecer a Frelimo vai festejar e dirá que: tínhamos dito que o Dhlakama não é democrata”, acrescentou o presidente da Renamo.
“A manifestação será feita. Está a demorar por questões organizacionais, porque se não seguirmos a lei, a Frelimo vai-se aproveitar e matar pessoas”.
“Se eu Dhlakama morrer em frente de uma manifestação pacífica, serei um verdadeiro herói” – disse ainda, confirmando dessa forma que ele próprio irá dirigir as manifestações.

Guebuza matou a democracia

Num outro desenvolvimento, Afonso Dhlakama, que comandou a guerrilha na guerra civil que durou 16 anos e culminou com a Assinatura do Acordo Geral da Paz, em Roma, em 1992, lembrou que a Renamo abriu caminho para a Democracia multipartidária, que se vive hoje no País, e disse em conclusão que o “presidente Guebuza matou” essa mesma “democracia e pretender a acabar com ela, continuamente”.
“Temos pena da Frelimo, porque nós, a Renamo, vamos usar a legislação para resolver as coisas de forma pacífica, porque pela natureza da manifestação, o Guebuza, ou o seu porta-voz vai-se sentir pressionado a sentar connosco e nós apenas queremos o anulação dos resultados eleitorais que foram uma autêntica fraude” – disse.
Entretanto, o Conselho Constitucional já deliberou contra a proposta da Renamo de anular as eleições d 28 de Outubro, considerando que o recurso interposto no passado dia 16 de Novembro pelo partido de Afonso Dhlakama, está desprovido de provas que o consubstanciem.
O vogal e porta-voz da CNE, Juvenal Bucuane, logo que o recurso da Renamo foi entregue à CNE para ser encaminhado ao Conselho Constitucional, no mesmo dia, ainda o mesmo não tinha sido apreciado por qualquer instância, disse logo que o mesmo era extemporâneo. O facto do Conselho Constitucional ter agido em conformidade, a coincidência já está a suscitar comentários que sugerem mais uma vez a existência de manipulação política e instrumentalização dos órgão eleitorais.

(Aunício da Silva)



2009-12-07 06:25:00

Wednesday, November 25, 2009

Renamo retira pedido de organização de manifestações


Quarta, 25 Novembro 2009 09:39 Atanásio Marcos .Afonso Dhlakama, líder da Renamo




Convocado em protesto aos resultados eleitorais de 2009.
As manifestações convocadas pela Renamo em 2000/2005 em protesto aos resultados das eleições gerais de 1999 e intercalares provocaram 53 mortos

A Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, acaba de retirar o pedido de realização de manifestações, que havia formulado ao governo em protesto aos resultados eleitorais de 28 de Outubro passado, nas quais Armando Guebuza e a Frelimo foram os grandes vencedores.

A nossa fonte, ligada ao governo, não avançou as razões que levaram a Renamo adiar as manifestações que, inicialmente, haviam sido agendadas para este mês sine die.

Ontem, o porta-voz do governo, Luís Covane, disse no habitual briefing, após a sessão do conselho de ministros, que o governo está preparado para atender a manifestação, desde que na mesma seja seguido, escrupulosamente, o preceituado na constituição da república.

“Nós temos os moçambicanos que são pacíficos e promovem uma cultura de paz e estabilidade. Não problemas em as pesso as interessadas realizarem manifestações, desde que as mesmas ocorram ao abrigo daquilo que está legislado no país sobre o direito às manifestações”, referiu Covane.

Refira-se que, no pretério fim-de-semana, a comissão política da Renamo, alargada aos delegados políticos provinciais, esteve reunida na cidade de Nampula, num encontro em que Afonso Dhlakama reiterou a posição relativa às manifestações a nível nacional.

Na altura, o líder da Renamo tranquilizou aos moçambicanos e a comunidade internacional, ao dizer que o seu partido jamais pegaria numa AK 47 para contestar os resultados das eleições.

9 September, 2009

The construction of a new dam on the Zambezi river at Mphanda Nkuwa, and of a north-south power line are the priority projects for the energy sector over the next five years, according to Energy Minister Salvador Namburete.

Speaking at a meeting of the Consultative Council of his Ministry in the southern resort of Chidenguele, Namburete stressed that the two projects are interlinked.

Mozambique’s enormous hydropower potential means that it should be selling large amounts of power to other members of the Southern African Development Community (SADC). However, almost all the 2,075 megawatts generated at the existing dam on the Zambezi at Cahora Bassa are already contracted to firm buyers.

New power stations are needed and Mphanda Nkua is likely to be the first to come on stream. On current projections, about 90 per cent of the 1,500 megawatts from the new dam will be sold to South Africa, while the other 10 per cent will be consumed within Mozambique.

Since the existing power line from Cahora Bassa to the Apollo sub-station in South Africa can carry no more energy, a new line must be built. This north-south line, referred to as the “backbone” of the Mozambican electricity grid, will enable power to be transmitted directly from the Zambezi Valley to Maputo and the rest of southern Mozambique – under the current arrangements, Cahora Bassa power reaches Maputo via South Africa.

An economic study has cut the projected cost of the line by more than half. The initial forecast was that a Tete-Maputo line would cost $5 billion, but the study on technical options scaled this back to $2.4 billion.

The line will eventually have the capacity to carry 6,000 megawatts – which would allow it to carry power generated not only at Mepanda Nkuwa, but also at projected coal-fired power stations in the nearby district of Moatize, and perhaps from a second power station at Cahora Bassa, on the north bank of the river.

The first phase, involving an investment of $1.8 billion, would produce a line capable of carrying 3,100 megawatts. A second phase, with further investment of $512 million, would boost capacity by a further 2,900 megawatts.

The line already has guaranteed funding from Norway and the World Bank, and promises from the French Development Agency (AFD).

The first phase of Mphanda Nkuwa would generate 1,500 megawatts, but a second phase could push this up to 2,400 megawatts.

An environmental impact study is under way and, if favourable, this will lead to the issuing of an environmental licence, which is indispensable for work of this scale. At the same time negotiations are under way for an agreement on the sale of the power.

The cost of the dam is estimated at $2 billion, to be mobilised by the Mphanda Nkuwa Hydro-electric Company, a consortium formed by Camargo Correia of Brazil, Energia Capital (a member of the Mozambican INSITEC Group), and Mozambique’s publicly owned electricity company, EDM.

Construction should begin in January 2011, with the start of the commercial operation of Mphanda Nkuwa forecast for 2015.

Namburete also revealed that he has received a letter from the company Ayr-Petro-Nacala, assuring him it had not abandoned its plan to build an oil refinery at Nacala on the northern Mozambican coast.

It had been feared that the international financial crisis had killed off the project. But Ayr-Petro-Nacala (in which the majority shareholder is the US company Ayr Logistics) told the Minister it was looking for “new partnerships” to implement the project.

“Maybe with the signs of revival in the world economy this project will gain impetus again”, said Namburete. “But it’s not been dropped, and we continue to receive correspondence from the investors”.

Plans for a second oil refinery, this time in the far south of the country, are also still alive. The company Oilmoz has, however, switched the location for its refinery from Matutuine, south of Maputo city, to Marracuene district, some 30 kilometres north of the capital.

The switch is because of other projects planned for Matutuine, including a new port at Ponta Dobela, and a major eco-tourism venture.

The Oilmoz refinery would entail an investment of $8.4 billion. Viability studies will be undertaken by the international consultancy company PriceWaterhouseCoopers, and by the Mozambican publicly owned fuel company, Petromoc.