State Department’s Frazer reviews human rights violations in Zimbabwe
Demonstrators in central Kampala, Uganda, hold up banners November 22 calling for freedom in Zimbabwe. (© AP Images)
By Charles W. CoreyUSINFO Staff Writer
Washington -- As International Human Rights Day approaches on December 10, the world must be concerned about the situation in Zimbabwe -- where defenders of freedom are under attack and where the human rights situation is becoming worse every day, the assistant secretary of state for African affairs warns.
In Zimbabwe, under the government of President Robert Mugabe, “the attacks, arrests and abductions continue unabated with more than 500 instances of human rights abuses reported each month, Jendayi Frazer told USINFO November 30. “In fact,” she added, “the number of victims requiring medial treatment this year alone was 3,463 -- nearly triple that of 2006. So … the defenders of freedom in Zimbabwe are under attack.”
Frazer noted that there have been more than 6,000 instances of human rights abuses reported by Zimbabwean nongovernmental organizations (NGOs) since January. “The world must focus on the crisis in Zimbabwe,” she said.
Asked what should be done, Frazer said that “it is extremely important for the international community to put pressure on this [Mugabe] regime to accept freedom of expression rather than beating people down -- to prepare for free and fair elections.
“I think that the neighboring countries -- the Southern African Development Community countries -- certainly support the efforts of President [Thabo] Mbeki to negotiate an agreement between the opposition Movement for Democratic Change and the [Mugabe] government, but we think that most important to signing an agreement is actually implementing an agreement.”
However, Frazer said, “We have not seen that will being carried out by this [Mugabe] government, so we are a little bit concerned that even if an agreement is signed, it won’t be implemented.”
Looking ahead to the December 8-9 European Union-African Union Summit in Lisbon, Portugal, Frazer said, “We are certainly concerned that the issue of Zimbabwe became a sticking point [in planning the conference]. We feel that Zimbabwe should not be invited to the EU conference but the fact that Zimbabwe will be discussed at the conference is extremely important in our effort to try to change the human rights abuses which are taking place there.”
Frazer added, “It is interesting that African countries would seem to come to the defense of a government that is so counter to all of the principles that they put forward -- the New Partnership for Africa’s Development, good governance, peer review -- clearly they are not reviewing this peer of theirs by pushing for his attendance at the summit.”
Frazer spoke to USINFO prior to a scheduled appearance December 3 at the Center for Strategic and International Studies in Washington on a program examining the ongoing human rights crisis in Zimbabwe.
Frazer called that CSIS program an “important forum for exchange to again look at how we can collectively work to see Zimbabwe return to democracy, return to its former strong economy [and] end the human rights abuses -- the ongoing crisis that is taking place there. …. I definitely think this is an opportunity to bring world attention to try to end President Mugabe’s reign of terror on his population,” she said.
“There are many in Africa who look at President Mugabe and the ZANU-PF legacy as advocates of liberation against the Rhodesian government and that certainly is a legacy that … should be held up for commendation, but President Mugabe at the time opened schools for children,” Frazer said.
“Now that they are adults and free thinking people, he is beating them down. So he really has gone back on that legacy. He has actually failed the people of Zimbabwe and he has failed the aspirations of liberation of the region as a whole -- so I do believe that again, hopefully the SADC mediation will help to end this crisis” and that the international community will continue to focus on improving the situation there.
“Freedom loving … Zimbabweans that are trying to return their country to democracy deserve our support and our assistance and we certainly will provide it,” she said.
For more information, see Zimbabwe: Escalating Violence and Timeline of Human Rights Violations in Zimbabwe in 2007.
(USINFO is produced by the Bureau of International Information Programs, U.S. Department of State. Web site: http://usinfo.state.gov)
Wednesday, December 5, 2007
Monday, December 3, 2007
O Governo Paroquial da Frelimo Abandona Cidades Governadas pela Oposicao
Muitos Mocambicanos sobretudo aqueles que compreendem como o governo fremelista opera poderao concordar com esta minha defesa. " Ilha de Mocambique" ja' esta abandonada. Numa viagem effectuada por um colega Ruandez em visita em Mocambique durante o mes de junho deste ano e que foi capaz de tirar muitas fotos das paisagens daquela Ilha atravez da sua camara fotografica chegou de nos chamar atencao que a Ilha e a sua populcacao foi castigada e abandonada pelo governo Mocambicano.
Antes porem gostaria que qualquer Mocambicano honesto pudesse me ajudar em responder as seguintes perguntas:
1-Porque e' que um governo nacional abandona uma cidade dentro do seu pais?
2-Quais sao os motivos que leveram para que o governo Mocambicano abandonasse aquela cidade historica mundial?
3-O que e' que o governo legislativo esta' fazendo para reselver o problema de conflicto entre o governo Mocambicano e as cidades governadas pela oposicao?
Respondendo a primeira pergunta, qualquer pessoa chegara' a concluir que o objectivo principal daqueles que estao a dirigir em Mocambique nao e' de milhorar as condicoes economica, justica social e politica da populacao mas sim para establecer um ambienete para defesa dos seus interesses economigos pessoais. Dai, qualquer povo ou eleitor que votar contra ou expressar o espirito democratico contra o governo no poder em mocambique e' alvo de abandonamento. Resta-nos saber quantas cidades e provincias Mocambicanas que poderao ser abandonadas pelo governo nacional ate nos fins do ano 2009 uma vez que a maioria da populacao virara' as costas contra os o governo no poder durante as primeiras eleicoes das assembleias provincis.
O comportamento do governo da Frelimo e' sentimental e vergonhoso sem bem que eles de facto fazem isso conscientes da sua governacao. A verdade e' que este comportamento e' negativo e o povo Mocambicano podera' fazer algo nas proximas eleicoes. Mocambique nao pertence a Frelimo mas sim Mocambicanos. Eles Mocambicanos podem ser da PADEMO, PIM, RENAMO-EU, PDD e mais afiliacoes politicas que eles perferirem e nao podem ser preseguidos or castigados por causa dos seus votos. Esta historia deve acabar.
E' vergonho para o governo Mocambicano. Vejam a ponte localizada pararelamente ao edeficio que era o palacio do governo Portugues na Ilha. Reparem os edificios comerciais e dos residentes. Oque e' aquilo? Equilo e' uma revelacao que o governo Mocambicano, sobretudo central nao sabe governar, e nao suporta democracia.
As razoes que causaram o abandono da Ilha de Mocambique sao muito bem conhecida pelo seus residentes e tambem o governo local, provincial e nacional. A causa e' de que o povo da Ilha de Mocambique ama a liberdade, democracia e nao tem medo de se expressar politicamente. Esta e' a causa. Dai eles, Frelimelistas nao gostam isso. Eles querem que o povo somente diga, "sim, Sim, Sim e sim senhor Guebuza, sim senhor Marcelino dos santso, simsenhor Mulembwe. Conforme eu fali aqui, isto tera' o seu fim e o povo da Ilha sera' livre politicamente e economicamente por queles que os abandonaram serao afastados do poder no futuro.
No's queremos um governo nacional que e' responsavel de todo povo mocambicano independentemente da sua filicao relegiosa, cultural ou politica. No's queremos um governo que respeita o povo e progura insentivos para enriquecimento do bem estar da populacao.
O legislatores, ou ditos deputados da assembleia nacional somente limitam se sentados e arepararem as atitudes do governo nacional sem nenhuma accao ou proposta de como um governo no poder pode reagir e manter relacoes com um determinado povo mesmo ele seja contra o governo. Apenas passam a aumentar os seus salarios pessoais e deixando o povo a sofrer so poque votou contra a Frelimo ou renamo. Isso e' um crime governamental.
daqui se conclue que a Frelimo queria que Mocambique fosse somente governado pelo um punhado de pessoas e somentye com um partido, "Frelimo" e isso nunca acaontecera' poque o povo Mocambicano do Rovuma ao Maputo ja conhece a importancia do processo democratico.
E' melhor peceberem bem aqui, que no's nao estamos contra a Frelimo, mas sim estamos contra as atitudes fantoches da Frelimo e que sem cultura de tolerancia castiga e abandona o povo simplesmente porque votou contra.
Pensem bem!
Antes porem gostaria que qualquer Mocambicano honesto pudesse me ajudar em responder as seguintes perguntas:
1-Porque e' que um governo nacional abandona uma cidade dentro do seu pais?
2-Quais sao os motivos que leveram para que o governo Mocambicano abandonasse aquela cidade historica mundial?
3-O que e' que o governo legislativo esta' fazendo para reselver o problema de conflicto entre o governo Mocambicano e as cidades governadas pela oposicao?
Respondendo a primeira pergunta, qualquer pessoa chegara' a concluir que o objectivo principal daqueles que estao a dirigir em Mocambique nao e' de milhorar as condicoes economica, justica social e politica da populacao mas sim para establecer um ambienete para defesa dos seus interesses economigos pessoais. Dai, qualquer povo ou eleitor que votar contra ou expressar o espirito democratico contra o governo no poder em mocambique e' alvo de abandonamento. Resta-nos saber quantas cidades e provincias Mocambicanas que poderao ser abandonadas pelo governo nacional ate nos fins do ano 2009 uma vez que a maioria da populacao virara' as costas contra os o governo no poder durante as primeiras eleicoes das assembleias provincis.
O comportamento do governo da Frelimo e' sentimental e vergonhoso sem bem que eles de facto fazem isso conscientes da sua governacao. A verdade e' que este comportamento e' negativo e o povo Mocambicano podera' fazer algo nas proximas eleicoes. Mocambique nao pertence a Frelimo mas sim Mocambicanos. Eles Mocambicanos podem ser da PADEMO, PIM, RENAMO-EU, PDD e mais afiliacoes politicas que eles perferirem e nao podem ser preseguidos or castigados por causa dos seus votos. Esta historia deve acabar.
E' vergonho para o governo Mocambicano. Vejam a ponte localizada pararelamente ao edeficio que era o palacio do governo Portugues na Ilha. Reparem os edificios comerciais e dos residentes. Oque e' aquilo? Equilo e' uma revelacao que o governo Mocambicano, sobretudo central nao sabe governar, e nao suporta democracia.
As razoes que causaram o abandono da Ilha de Mocambique sao muito bem conhecida pelo seus residentes e tambem o governo local, provincial e nacional. A causa e' de que o povo da Ilha de Mocambique ama a liberdade, democracia e nao tem medo de se expressar politicamente. Esta e' a causa. Dai eles, Frelimelistas nao gostam isso. Eles querem que o povo somente diga, "sim, Sim, Sim e sim senhor Guebuza, sim senhor Marcelino dos santso, simsenhor Mulembwe. Conforme eu fali aqui, isto tera' o seu fim e o povo da Ilha sera' livre politicamente e economicamente por queles que os abandonaram serao afastados do poder no futuro.
No's queremos um governo nacional que e' responsavel de todo povo mocambicano independentemente da sua filicao relegiosa, cultural ou politica. No's queremos um governo que respeita o povo e progura insentivos para enriquecimento do bem estar da populacao.
O legislatores, ou ditos deputados da assembleia nacional somente limitam se sentados e arepararem as atitudes do governo nacional sem nenhuma accao ou proposta de como um governo no poder pode reagir e manter relacoes com um determinado povo mesmo ele seja contra o governo. Apenas passam a aumentar os seus salarios pessoais e deixando o povo a sofrer so poque votou contra a Frelimo ou renamo. Isso e' um crime governamental.
daqui se conclue que a Frelimo queria que Mocambique fosse somente governado pelo um punhado de pessoas e somentye com um partido, "Frelimo" e isso nunca acaontecera' poque o povo Mocambicano do Rovuma ao Maputo ja conhece a importancia do processo democratico.
E' melhor peceberem bem aqui, que no's nao estamos contra a Frelimo, mas sim estamos contra as atitudes fantoches da Frelimo e que sem cultura de tolerancia castiga e abandona o povo simplesmente porque votou contra.
Pensem bem!
Venezuela: Milhares de venezuelanos celebram nas ruas triunfo do "não" à reforma constitucional
Caracas, 03 Dez (Lusa) - Milhares de venezuelanos saíram hoje às ruas do leste de Caracas para celebrar a vitória do "não" no referendo de domingo sobre a reforma constitucional proposta pelo presidente Hugo Chávez.
Cerca das 04:00 horas locais (8:00 horas em Lisboa), quase três horas depois de o Conselho Nacional Eleitoral ter divulgado os resultados, formaram-se cortejos automóveis, com buzinas, foguetes e tambores, pelas avenidas de Las Mercedes e Chacao.
Em Altamira (Chacao) os opositores à reforma constitucional ocuparam a Praça de França, local emblemático para a oposição, pois foi ali que em 2002 dezenas de militares se declararam em desobediência ao regime do presidente Hugo Chávez.
Os manifestantes cantarolavam canções em apoio à RCTV, o mais antigo canal de televisão do país, forçado a deixar de transmitir em finais de Maio último porque o presidente venezuelano decidiu não renovar a licença, argumentando que era "golpista".
Também canções alusivas ao futuro, com expressões como "eu fico na Venezuela porque sou optimista" e "não há mal que dure 100 anos", se ouviam pelas ruas do leste da capital.
Em contraste com o que acontecia naquela zona da capital e em diversos Estados venezuelanos, as ruas do centro de Caracas, onde tradicionalmente se concentram os simpatizantes do presidente venezuelano, permaneciam vazias, contando-se pelos dedos os escassos veículos que passavam.
FPG
Lusa/Fim
Cerca das 04:00 horas locais (8:00 horas em Lisboa), quase três horas depois de o Conselho Nacional Eleitoral ter divulgado os resultados, formaram-se cortejos automóveis, com buzinas, foguetes e tambores, pelas avenidas de Las Mercedes e Chacao.
Em Altamira (Chacao) os opositores à reforma constitucional ocuparam a Praça de França, local emblemático para a oposição, pois foi ali que em 2002 dezenas de militares se declararam em desobediência ao regime do presidente Hugo Chávez.
Os manifestantes cantarolavam canções em apoio à RCTV, o mais antigo canal de televisão do país, forçado a deixar de transmitir em finais de Maio último porque o presidente venezuelano decidiu não renovar a licença, argumentando que era "golpista".
Também canções alusivas ao futuro, com expressões como "eu fico na Venezuela porque sou optimista" e "não há mal que dure 100 anos", se ouviam pelas ruas do leste da capital.
Em contraste com o que acontecia naquela zona da capital e em diversos Estados venezuelanos, as ruas do centro de Caracas, onde tradicionalmente se concentram os simpatizantes do presidente venezuelano, permaneciam vazias, contando-se pelos dedos os escassos veículos que passavam.
FPG
Lusa/Fim
Friday, November 30, 2007
O Comercio em Mocambique
E' certo que nenhum negocio ou comercio podera' flutuar ricamente num ambiente onde as estrategias, missioes e visioes desse determinado comercio ou organizacao nao sao suportados pelo um ambiente e sistema facilitador na sociedade onde operam.
Assim, em Mocambique sempre o sonho de desenvolver um negocio sem barreiras torna impossivel na medida em que o sistema burocratico impede o desenvolvimento de comercio. Este impedimento regista-se pelo facto de o governo e o seu sistema admi istrativo nao respectarem as leis admnistrativas effecivamente. Os sectores publicos deveriam servir de exemplo no desmandelamento da burocracia em Mocambique.
Este problema so pode ser resolvido depois de Mocambique um dia exibir de um governo democratico onde os violadores da leis admnistrativas sao castigados de acordo a lei sem respeito da sua posicao partidaria,racial, social, economica e tudo mais!! Sem isso sempre o comercio sera' dificil in Mocambique.
Assim, em Mocambique sempre o sonho de desenvolver um negocio sem barreiras torna impossivel na medida em que o sistema burocratico impede o desenvolvimento de comercio. Este impedimento regista-se pelo facto de o governo e o seu sistema admi istrativo nao respectarem as leis admnistrativas effecivamente. Os sectores publicos deveriam servir de exemplo no desmandelamento da burocracia em Mocambique.
Este problema so pode ser resolvido depois de Mocambique um dia exibir de um governo democratico onde os violadores da leis admnistrativas sao castigados de acordo a lei sem respeito da sua posicao partidaria,racial, social, economica e tudo mais!! Sem isso sempre o comercio sera' dificil in Mocambique.
Monday, November 26, 2007
Se Nao Fosse a Resistencia Contra a Mudanca
Nao existe nenhuma duvida que o nosso lindo pais (Mocambique) seria um dos melhores paises na Africa geralmente em todos aspectos contudo a resistencia contra a mudanca politica e a implementacao da justica social torna o sonho dificil de ser alcansado. Porem recentemente Mocambique mereceu de atencao de muitos elogios e apreciacoes nacionais e mesmo internacionais.
Antes porem nao podemos esquecer darmos os nossos creditos e melhores agradecimentos aos nossos dirigentes mocambicanos que tanto pressionados pela oposicao estao caminhando para o alvo. E' muito importante aqui apontarmos o obstaculo que faz com que Mocambique caminhe a passos de camaleao para o seu destino. "Resistencia contra Mudancas" Bem este grande diabo, conhecido de resistencia contra mudancas e' o mais perigoso diabo que sempre existiu e presiste contra as sociedades com a vontade e desejo de mudar o sistema politico e social.
Nas nossas sociedades Africanas e' muito dificil encontrar dirigentes e politicos com a corragem de combater este diabo e muito mais quando os mesmos forem dado o poder pelo um punhado de pessoas que lhes guia contra o poder da maioria.
Finalmente, o mundo esta' alerto e sobretudo Africa esta com os olhos de olhar virados para Mocambique. Mocambique agora ja' e' contado como um dos paises da Africa que economicamente esta' marcando um passo e mesmo na tecnologia e' mencianado como um dos melhores adaptador tecnico.
A pergunta e', " O que e' que Mocambique e seus dirigentes no poder e na oposicao podem fazer para que o pais alcance o seu sonho Ecno-democratico? Essa pergunta merece uma atencao sobretudo daqueles que pensam que Mocambique mudaria de posicao e o rio Maputo estaria nas margens de Cabo delgado e o ROvuma na ponta de outro caso a Frelimo afastasse do poder. Sobre isto, nao restam duvidas que caso os dirigentes se livrassem do diabo " Resistencia contra mudanca" Mocambique estaria no destino a fechar os olhos.
Neste contexto um ponto deve ser compreendido por todos e esse ponto e' de que a resistencia de mudanca nao esta' somente com aqueles que estao no poder mas mesmo os que estao a procura do poder. A oposicao Mocambicana tambem necessita de adaptar um metodo democratico exemplar em todos aspectos, em facto eles deverao fazer isso baseando-se das actividades contra estrategicas do governo no poder.
O povo Mocambicano e' tambem um dos elementos que tanto da mimos ao diabo "Resistencia contra Mundancas, mas este porque nunca tem sido educado posetivamente pelo governo no que diz respeito a importancia de mudancas politicas e sociais.
O governo no poder desde 1975 tem ensinado ao povo que mudar e' pecado e por isso caso o partido ou a elite no poder sair, Mocambique nao existira'. Isto esta' errado!
Essas minhas expressoes podem vir a serem descordadas por aqueles que ja estao tomados pelo tal diabo e que gostariam mesmo de implementar um ambiente dictatorial em Mocambique como o do nosso velho vizinho que acaba de matar o seu povo de fome mas isso nunca acontecera' em Mocambique.
Entretanto nos temos confianca em eles e que nunca voltarao a atraz pois o povo Mocambicano esta' determinado o diabo "resistencia contra mudancas".
Antes porem nao podemos esquecer darmos os nossos creditos e melhores agradecimentos aos nossos dirigentes mocambicanos que tanto pressionados pela oposicao estao caminhando para o alvo. E' muito importante aqui apontarmos o obstaculo que faz com que Mocambique caminhe a passos de camaleao para o seu destino. "Resistencia contra Mudancas" Bem este grande diabo, conhecido de resistencia contra mudancas e' o mais perigoso diabo que sempre existiu e presiste contra as sociedades com a vontade e desejo de mudar o sistema politico e social.
Nas nossas sociedades Africanas e' muito dificil encontrar dirigentes e politicos com a corragem de combater este diabo e muito mais quando os mesmos forem dado o poder pelo um punhado de pessoas que lhes guia contra o poder da maioria.
Finalmente, o mundo esta' alerto e sobretudo Africa esta com os olhos de olhar virados para Mocambique. Mocambique agora ja' e' contado como um dos paises da Africa que economicamente esta' marcando um passo e mesmo na tecnologia e' mencianado como um dos melhores adaptador tecnico.
A pergunta e', " O que e' que Mocambique e seus dirigentes no poder e na oposicao podem fazer para que o pais alcance o seu sonho Ecno-democratico? Essa pergunta merece uma atencao sobretudo daqueles que pensam que Mocambique mudaria de posicao e o rio Maputo estaria nas margens de Cabo delgado e o ROvuma na ponta de outro caso a Frelimo afastasse do poder. Sobre isto, nao restam duvidas que caso os dirigentes se livrassem do diabo " Resistencia contra mudanca" Mocambique estaria no destino a fechar os olhos.
Neste contexto um ponto deve ser compreendido por todos e esse ponto e' de que a resistencia de mudanca nao esta' somente com aqueles que estao no poder mas mesmo os que estao a procura do poder. A oposicao Mocambicana tambem necessita de adaptar um metodo democratico exemplar em todos aspectos, em facto eles deverao fazer isso baseando-se das actividades contra estrategicas do governo no poder.
O povo Mocambicano e' tambem um dos elementos que tanto da mimos ao diabo "Resistencia contra Mundancas, mas este porque nunca tem sido educado posetivamente pelo governo no que diz respeito a importancia de mudancas politicas e sociais.
O governo no poder desde 1975 tem ensinado ao povo que mudar e' pecado e por isso caso o partido ou a elite no poder sair, Mocambique nao existira'. Isto esta' errado!
Essas minhas expressoes podem vir a serem descordadas por aqueles que ja estao tomados pelo tal diabo e que gostariam mesmo de implementar um ambiente dictatorial em Mocambique como o do nosso velho vizinho que acaba de matar o seu povo de fome mas isso nunca acontecera' em Mocambique.
Entretanto nos temos confianca em eles e que nunca voltarao a atraz pois o povo Mocambicano esta' determinado o diabo "resistencia contra mudancas".
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